PF apreende avião e mala com R$ 1,5 milhão de advogado em Passo Fundo

O dinheiro foi encontrado no fundo falso de uma parede da casa do advogado Mauricio Dal Agnol, suspeito de ser o líder de uma quadrilha que deu um golpe de R$ 100 milhões em clientes; segundo as investigações, o grupo captava clientes e entrava com processos contra empresas de telefonia para reivindicar valores referentes à propriedade de linhas telefônicas fixas; as ações eram julgadas procedentes, mas o valor recebido não era repassado aos clientes ou era pago em quantia muito menor da que havia sido estipulada na ação

O dinheiro foi encontrado no fundo falso de uma parede da casa do advogado Mauricio Dal Agnol, suspeito de ser o líder de uma quadrilha que deu um golpe de R$ 100 milhões em clientes; segundo as investigações, o grupo captava clientes e entrava com processos contra empresas de telefonia para reivindicar valores referentes à propriedade de linhas telefônicas fixas; as ações eram julgadas procedentes, mas o valor recebido não era repassado aos clientes ou era pago em quantia muito menor da que havia sido estipulada na ação
O dinheiro foi encontrado no fundo falso de uma parede da casa do advogado Mauricio Dal Agnol, suspeito de ser o líder de uma quadrilha que deu um golpe de R$ 100 milhões em clientes; segundo as investigações, o grupo captava clientes e entrava com processos contra empresas de telefonia para reivindicar valores referentes à propriedade de linhas telefônicas fixas; as ações eram julgadas procedentes, mas o valor recebido não era repassado aos clientes ou era pago em quantia muito menor da que havia sido estipulada na ação (Foto: Aquiles Lins)
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Rio Grande do Sul 247 - Enquanto cumpria mandados de busca da Operação Carmelina em Passo Fundo, na Região Norte do Rio Grande do Sul, a Polícia Federal encontrou um total de R$ 1,5 milhão em um dos endereços do advogado e empresário Maurício Dal Agnol. Segundo o G1 RS, a quantia foi achada em um fundo falso de uma parede. Nessa sexta-feira, 21, a PF apreendeu também um avião avaliado em cerca de US$ 8,5 milhões e bloqueou dinheiro em contas bancárias e imóveis.

"Em 30 anos, eu nunca vi ninguém com tanto patrimônio, com valores tão grandes, a ponto de negociar milhões no dia a dia", disse o superintendente da Polícia Federal no estado, Sandro Caron de Moraes. A investigação aponta Maurício Dal Agnol como o líder da quadrilha que pode ter desviado até R$ 100 milhões de clientes. Além do dinheiro, animais selvagens empalhados e munição também foram encontrados no local. O empresário teve seu nome incluído entre os procurados no site da Interpol nesta sexta. Ele teve o mandado de prisão preventiva concedido, mas não foi encontrado porque está nos Estados Unidos, segundo a polícia.

Segundo o G1, a investigação aponta que o grupo captava clientes e entrava com processos contra empresas de telefonia para reivindicar valores referentes à propriedade de linhas telefônicas fixas. As ações eram julgadas procedentes, mas o valor recebido não era repassado aos clientes ou era pago em quantia muito menor da que havia sido estipulada na ação.

Para um dos responsáveis pela investigação, o advogado acumulou de uma das maiores fortunas do Rio Grande do Sul a partir do golpe. “O que mais nos chamou atenção é que muitas vítimas eram pessoas humildes. pessoas idosas que precisavam desse dinheiro até para sua manutenção. E o patrimônio desse sujeito é extremamente elevado. Hoje ele é dono de uma das grandes fortunas do estado”, detalhou delegado Mauro Vinicius Soares de Moraes.

Foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão em escritórios de advocacia e de contabilidade e em uma residência. A PF começou a investigar o caso há cerca de dois anos, após a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Ministério Público Federal (MPF) ingressarem com representações. A investigação aponta que o grupo captava clientes e entrava com processos contra empresas de telefonia para reivindicar valores referentes à propriedade de linhas telefônicas fixas. As ações eram julgadas procedentes, mas o valor recebido não era repassado aos clientes ou era pago em quantia muito menor da que havia sido estipulada na ação.

A operação foi batizada de Carmelina porque este era o nome de uma mulher que teve cerca de R$ 100 mil desviados no golpe. Segundo a PF, ela morreu de câncer, e poderia ter custeado um tratamento se tivesse recebido o valor da maneira adequada.

Foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão em escritórios de advocacia e de contabilidade e em uma residência. A PF começou a investigar o caso há cerca de dois anos, após a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Ministério Público Federal (MPF) ingressarem com representações. A operação foi batizada de Carmelina porque este era o nome de uma mulher que teve cerca de R$ 100 mil desviados no golpe. Segundo a PF, ela morreu de câncer, e poderia ter custeado um tratamento se tivesse recebido o valor da maneira adequada.

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