PF apura em Goiás esquema de lavagem de dinheiro

Quatro pessoas foram presas na Operação Turbulência, deflagrada contra um grupo especializado que teria movimentado mais de R$ 600 milhões desde 2010 e teria ligação com a compra do avião Cessna Citation PR-AFA, que caiu durante a campanha presidencial de 2014 matando o ex-governador de Pernambuco e candidato à Presidência da República Eduardo Campos (PSB), além da tripulação e assessores; há três mandados de buscas e dois de conduções coercitivas em Goiânia e Aparecida de Goiânia

Quatro pessoas foram presas na Operação Turbulência, deflagrada contra um grupo especializado que teria movimentado mais de R$ 600 milhões desde 2010 e teria ligação com a compra do avião Cessna Citation PR-AFA, que caiu durante a campanha presidencial de 2014 matando o ex-governador de Pernambuco e candidato à Presidência da República Eduardo Campos (PSB), além da tripulação e assessores; há três mandados de buscas e dois de conduções coercitivas em Goiânia e Aparecida de Goiânia
Quatro pessoas foram presas na Operação Turbulência, deflagrada contra um grupo especializado que teria movimentado mais de R$ 600 milhões desde 2010 e teria ligação com a compra do avião Cessna Citation PR-AFA, que caiu durante a campanha presidencial de 2014 matando o ex-governador de Pernambuco e candidato à Presidência da República Eduardo Campos (PSB), além da tripulação e assessores; há três mandados de buscas e dois de conduções coercitivas em Goiânia e Aparecida de Goiânia (Foto: Realle Palazzo-Martini)

247 - A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (21) em Pernambuco e em Goiás a Operação Turbulência, que visa desarticular um grupo especializado em lavagem de dinheiro que teria movimentado mais de R$ 600 milhões desde 2010. Quatro pessoas foram presas.

A operação foi iniciada após agentes federais encontrarem movimentações financeiras suspeitas nas empresas envolvidas na compra do avião Cessna Citation PR-AFA, que caiu durante a campanha presidencial de 2014 matando o ex-governador de Pernambuco e candidato à Presidência da República Eduardo Campos (PSB), além da tripulação e assessores. A campanha de Maria Silva também teria utilizado a aeronave. 

Há três mandados de buscas e dois de conduções coercitivas em Goiânia e Aparecida de Goiânia.

Segundo a PF, muitas das empresas envolvidas eram de fachada, operadas por laranjas, e que realizavam transações financeiras entre si, além de operarem conjuntamente com outras empresas fantasmas, incluindo algumas investigadas pela Operação Lava Jato. Os agentes suspeitam, ainda, que as contas das empresas sob suspeita eram utilizadas para o pagamento de propinas a políticos e a formação de caixa dois por empreiteiras.

A operação envolve a participação de 200 policiais federais que visam cumprir 60 mandados judiciais, 33 deles de busca e apreensão, 22 de condução coercitiva e cinco de prisão preventiva. Os mandados estão sendo cumpridos nos municípios de Jaboatão dos Guararapes, Moreno, Paulista, Vitória de Santo Antão e Lagoa de Itaenga. No Recife, os policiais fazem buscas nos bairros de Boa Viagem, Cordeiro, Espinheiro, Alto Santa Terezinha, Ibura e Pina, além do Aeroporto Internacional dos Guararapes.

Segundo a Globo News, quatro dos mandados de prisão são contra os empresáios Apolo Santana Vieira e João Lyra de mello Filho, apontados como donos do avião, e Eduardo Bezerra Leite e Arthur Lapa Rosal, que também teriam financiado parte da compra da aeronave.

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