PF deflagra 12ª fase da Acrônimo no TO e DF

Polícia Federal deflagou nesta quarta-feira, 30, a 12ª fase da operação Acrônimo. Foram cumpridos quatro mandados de condução coercitiva em Brasília e no Tocantins contra suspeitos de envolvimento em fraudes no Detran; entre os alvos de condução coercitiva estão o deputado estadual Eduardo Siqueira Campos (DEM); além dele, o ex-diretor do Detran coronel Julio Cesar Mamede, que foram citados na delação premiada do empresário Benedito Oliveira, o Bené

Polícia Federal deflagou nesta quarta-feira, 30, a 12ª fase da operação Acrônimo. Foram cumpridos quatro mandados de condução coercitiva em Brasília e no Tocantins contra suspeitos de envolvimento em fraudes no Detran; entre os alvos de condução coercitiva estão o deputado estadual Eduardo Siqueira Campos (DEM); além dele, o ex-diretor do Detran coronel Julio Cesar Mamede, que foram citados na delação premiada do empresário Benedito Oliveira, o Bené
Polícia Federal deflagou nesta quarta-feira, 30, a 12ª fase da operação Acrônimo. Foram cumpridos quatro mandados de condução coercitiva em Brasília e no Tocantins contra suspeitos de envolvimento em fraudes no Detran; entre os alvos de condução coercitiva estão o deputado estadual Eduardo Siqueira Campos (DEM); além dele, o ex-diretor do Detran coronel Julio Cesar Mamede, que foram citados na delação premiada do empresário Benedito Oliveira, o Bené (Foto: Aquiles Lins)

Tocantins 247 - A Polícia Federal deflagou nesta quarta-feira, 30, a 12ª fase da operação Acrônimo. Foram cumpridos quatro mandados de condução coercitiva em Brasília e no Tocantins contra suspeitos de envolvimento em fraudes no Departamento Estadual de Trânsito (Detran). 

Entre os alvos de condução coercitiva estão o deputado estadual Eduardo Siqueira Campos (DEM), filho do ex-governador José Wilson Siqueira Campos. Além dele, o ex-diretor do Detran coronel Julio Cesar Mamede, que foram citados na delação premiada do empresário Benedito Oliveira, apontado como operação financeiro do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT).

Em acordo de delação premiada, Bené disse que que pagou R$ 600 mil em propina para Eduardo em 2012, quando ele era secretário de Relações Institucionais no governo do pai dele. O valor teria sido entregue a dois funcionários do governo à época. Do total, R$ 450 mil teriam sido divididos entre Eduardo e Mamede. 

Em um trecho da delação, o empresário afirma que a propina foi referente a um contrato para confeccionar cartilha para educação de trânsito. "Depois das eleições de 2011, foi apresentado um projeto que tramitava no Departamento de Trânsito do Tocantins (Detran) desde 2009, que envolvia o fornecimento de cartilha de educação de trânsito para o ensino fundamental para um projeto de governo. Foi elaborado projeto básico para distribuição desse material em 2012 e 2013", disse Bené.

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