PF deflagra 2ª fase da Operação Carne Fraca

Polícia Federal está nas ruas cumprindo três mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva, no âmbito da 2ª etapa da Operação Carne Fraca; Operação Antídoto, deflagrada nesta quarta-feira (31), ocorre em Goiás, tem como alvo central um ex-superintendente regional do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) no Estado, que teria sido flagrado em interceptações telefônicas destruindo provas ligadas às investigações

Polícia Federal está nas ruas cumprindo três mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva, no âmbito da 2ª etapa da Operação Carne Fraca; Operação Antídoto, deflagrada nesta quarta-feira (31), ocorre em Goiás, tem como alvo central um ex-superintendente regional do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) no Estado, que teria sido flagrado em interceptações telefônicas destruindo provas ligadas às investigações
Polícia Federal está nas ruas cumprindo três mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva, no âmbito da 2ª etapa da Operação Carne Fraca; Operação Antídoto, deflagrada nesta quarta-feira (31), ocorre em Goiás, tem como alvo central um ex-superintendente regional do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) no Estado, que teria sido flagrado em interceptações telefônicas destruindo provas ligadas às investigações (Foto: Paulo Emílio)

Goiás 247 - A Polícia Federal está nas ruas cumprindo três mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva, no âmbito da 2ª etapa da Operação Carne Fraca. A ação, deflagrada nesta quarta-feira (31), ocorre em Goiás, tem como alvo central um ex-superintendente regional do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) no Estado, que teria sido flagrado em interceptações telefônicas destruindo provas.

Antes da Operação Antídoto, como foi batizada a ação desta quarta-feira, o ex-superintendente já figurava como réu em um inquérito da 1ª fase da Operação Carne Fraca. De acordo com os investigadores, ele teria atuado em um esquema de corrupção envolvendo uma empresa do setor de alimentos e um ex-chefe chefe do Serviço de Inspeção em Produtos de Origem Animal (Sipoa) do Estado de Goiás.

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