PF: grupo falsificava dinheiro em Porto Alegre

A Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Inkjet 2, com o objetivo de desarticular grupo que falsificava dinheiro em Porto Alegre; estão sendo cumpridos dois mandados de prisão preventiva, dois de busca e apreensão e dois de condução coercitiva na capital gaúcha, em Osório (RS) e em Guapó (GO) segundo a investigação, o grupo fabricava cerca de R$ 100 mil por mês em notas falsas; o dinheiro era negociado por meio das redes sociais com compradores de todo o Brasil

A Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Inkjet 2, com o objetivo de desarticular grupo que falsificava dinheiro em Porto Alegre; estão sendo cumpridos dois mandados de prisão preventiva, dois de busca e apreensão e dois de condução coercitiva na capital gaúcha, em Osório (RS) e em Guapó (GO) segundo a investigação, o grupo fabricava cerca de R$ 100 mil por mês em notas falsas; o dinheiro era negociado por meio das redes sociais com compradores de todo o Brasil
A Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Inkjet 2, com o objetivo de desarticular grupo que falsificava dinheiro em Porto Alegre; estão sendo cumpridos dois mandados de prisão preventiva, dois de busca e apreensão e dois de condução coercitiva na capital gaúcha, em Osório (RS) e em Guapó (GO) segundo a investigação, o grupo fabricava cerca de R$ 100 mil por mês em notas falsas; o dinheiro era negociado por meio das redes sociais com compradores de todo o Brasil (Foto: Leonardo Lucena)

Daniel Isaia - Correspondente da Agência Brasil

A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (30), a Operação Inkjet 2, com o objetivo de desarticular grupo que falsificava dinheiro em Porto Alegre. Estão sendo cumpridos dois mandados de prisão preventiva, dois de busca e apreensão e dois de condução coercitiva na capital gaúcha, em Osório (RS) e em Guapó (GO).

Segundo a investigação, o grupo fabricava cerca de R$ 100 mil por mês em notas falsas. O dinheiro era negociado por meio das redes sociais com compradores de todo o Brasil. A Polícia Federal classificou "de ótima qualidade" a falsificação feita pelos envolvidos.

O suspeito apontado como responsável pela fabricação das notas já havia sido preso durante a Operação Inkjet, em 2010, e condenado pela Justiça Federal. A pena prevista para o crime de falsificação de moeda nacional é de 3 anos a 12 anos de prisão.

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