PF indicia Haddad por caixa 2 em campanha à prefeitura de SP

Ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) foi indiciado pela Polícia Federal pela suspeita do crime de falsidade ideológica. Além dele, o ex-tesoureiro da legenda João Vaccari Neto e mais cinco pessoas estão sob investigação; em junho do ano passado, Haddad foi alvo da Operação Cifra Oculta, um desdobramento da Lava Jato. Já Vaccari está preso desde abril de 2005; inquérito foi aberto com base na delação premiada do empreiteiro Ricardo Pessoa, da UTC

Ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) foi indiciado pela Polícia Federal pela suspeita do crime de falsidade ideológica. Além dele, o ex-tesoureiro da legenda João Vaccari Neto e mais cinco pessoas estão sob investigação; em junho do ano passado, Haddad foi alvo da Operação Cifra Oculta, um desdobramento da Lava Jato. Já Vaccari está preso desde abril de 2005; inquérito foi aberto com base na delação premiada do empreiteiro Ricardo Pessoa, da UTC
Ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) foi indiciado pela Polícia Federal pela suspeita do crime de falsidade ideológica. Além dele, o ex-tesoureiro da legenda João Vaccari Neto e mais cinco pessoas estão sob investigação; em junho do ano passado, Haddad foi alvo da Operação Cifra Oculta, um desdobramento da Lava Jato. Já Vaccari está preso desde abril de 2005; inquérito foi aberto com base na delação premiada do empreiteiro Ricardo Pessoa, da UTC (Foto: Paulo Emílio)

247 - O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) foi indiciado pela Polícia Federal pela suspeita do crime de falsidade ideológica. Além dele, o ex-tesoureiro da legenda João Vaccari Neto e mais cinco pessoas estão sob investigação. Em junho do ano passado, Haddad foi alvo da Operação Cifra Oculta, um desdobramento da Lava Jato. Já Vaccari está preso desde abril de 2005.

O inquérito sobre Haddad, Vaccari e os demais investigados foi remetido na semana passada à Justiça Eleitoral. Na peça, aberta em 25 de novembro, pouco após a delação do empreiteiro Ricardo Pessoa, Vaccari teria procurado o empreiteiro "para pagamento de uma dívida de campanha do então candidato a prefeito da cidade de São Paulo, Fernando Haddad, relativa ao pleito de 2012'. Os valores deveriam ser pagos a uma gráfica pertencente a 'Chicão'. Segundo as investigações, Chicão seria o ex-deputado estadual pelo PT Francisco Carlos de Souza. 

Em seu depoimento, Ricardo Pessoa disse que a operação ficou sob a responsabilidade do doleiro Alberto Youssef, 'responsável por gerenciar a contabilidade paralela, à margem da legalidade, da empreiteira'", diz o inquérito.

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