Piauiense é a primeira negra diplomata no Itamaraty

Luana Alessandra Roeder, 28 anos, foi abandonada ao nascer na Maternidade Dona Evangelina Rosa, em Teresina, e posteriormente foi levada para o Orfanato João Maria de Deus; ainda bebê, a agrônoma alemã Reinhild Roeder adotou Luana e a criou entre a praia de Barra Grande, litoral do Piauí, e em Brasília, onde Luana mora atualmente

Luana Alessandra Roeder, 28 anos, foi abandonada ao nascer na Maternidade Dona Evangelina Rosa, em Teresina, e posteriormente foi levada para o Orfanato João Maria de Deus; ainda bebê, a agrônoma alemã Reinhild Roeder adotou Luana e a criou entre a praia de Barra Grande, litoral do Piauí, e em Brasília, onde Luana mora atualmente
Luana Alessandra Roeder, 28 anos, foi abandonada ao nascer na Maternidade Dona Evangelina Rosa, em Teresina, e posteriormente foi levada para o Orfanato João Maria de Deus; ainda bebê, a agrônoma alemã Reinhild Roeder adotou Luana e a criou entre a praia de Barra Grande, litoral do Piauí, e em Brasília, onde Luana mora atualmente (Foto: Leonardo Lucena)

Piauí Hoje - Luana Alessandra Roeder, 28 anos, foi abandonada ao nascer na Maternidade Dona Evangelina Rosa, em Teresina, e posteriormente foi levada para o Orfanato João Maria de Deus.

Ainda bebê, a agrônoma alemã Reinhild Roeder adotou Luana e a criou entre a praia de Barra Grande, litoral do Piauí, e em Brasília, onde Luana mora atualmente.

Logo no início da adoção, Reinhild notou que a garotinha era dotada de uma inteligência excepcional. Ainda no ensino médio, Luana decidiu que queria seguir a carreira diplomática e cursou Relações Exteriores na Universidade de Brasília - UnB.

No dia 15 de janeiro, Luana tomou posse no Itamaraty, após aprovação no concurso público do Instituto Rio Branco. Luana é a primeira mulher piauiense - e negra - a conquistar tal façanha.

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