Pimentel aponta manobra de tucanos em Minas

Na época sob o comando de Alberto Pinto Coelho (PP), vice que assumiu após a saída de Antonio Anastasia (PSDB), o Estado assinou ao menos 806 convênios com cidades do interior antes da eleição de 2014, mas cancelou todos os contratos após a derrota; com isso, escapou de ser enquadrada na Lei de Responsabilidade Fiscal; é o que aponta auditoria comandada pelo governador petista Fernando Pimentel 

Na época sob o comando de Alberto Pinto Coelho (PP), vice que assumiu após a saída de Antonio Anastasia (PSDB), o Estado assinou ao menos 806 convênios com cidades do interior antes da eleição de 2014, mas cancelou todos os contratos após a derrota; com isso, escapou de ser enquadrada na Lei de Responsabilidade Fiscal; é o que aponta auditoria comandada pelo governador petista Fernando Pimentel 
Na época sob o comando de Alberto Pinto Coelho (PP), vice que assumiu após a saída de Antonio Anastasia (PSDB), o Estado assinou ao menos 806 convênios com cidades do interior antes da eleição de 2014, mas cancelou todos os contratos após a derrota; com isso, escapou de ser enquadrada na Lei de Responsabilidade Fiscal; é o que aponta auditoria comandada pelo governador petista Fernando Pimentel  (Foto: Roberta Namour)
Siga o Brasil 247 no Google News Assine a Newsletter 247

247 – Uma auditoria encomendada pelo governo de Fernando Pimentel, em Minas Gerais, aponta uma possível manobra cometida pela gestão anterior, ligada ao senador Aécio Neves (PSDB).

Na época sob o comando de Alberto Pinto Coelho (PP), vice que assumiu após a saída de Antonio Anastasia (PSDB), o Estado assinou ao menos 806 convênios com cidades do interior antes da eleição de 2014, mas cancelou todos os contratos após a derrota.

Na ação, o governo de Minas empenhou R$ 76,7 milhões, mas pagou apenas 13%, ou pouco mais de R$ 9 milhões. Com isso, escapou de ser enquadrada na Lei de Responsabilidade Fiscal.

Coelho atribuiu o cancelamento de convênios ‘ao fato de o Banco do Brasil não ter liberado empréstimo superior a R$ 1 bilhão, autorizado e aprovado’.

Leia aqui reportagem de Paulo Peixoto sobre o assunto.

A você que chegou até aqui, agradecemos muito por valorizar nosso conteúdo. Ao contrário da mídia corporativa, o Brasil 247 e a TV 247 se financiam por meio da sua própria comunidade de leitores e telespectadores. Você pode apoiar a TV 247 e o site Brasil 247 de diversas formas. Veja como:

• Cartão de crédito na plataforma Vindi: acesse este link

• Boleto ou transferência bancária: enviar email para [email protected]

• Seja membro no Youtube: acesse este link

• Transferência pelo Paypal: acesse este link

• Financiamento coletivo pelo Patreon: acesse este link

• Financiamento coletivo pelo Catarse: acesse este link

• Financiamento coletivo pelo Apoia-se: acesse este link

• Financiamento coletivo pelo Vakinha: acesse este link

Inscreva-se também na TV 247, siga-nos no Twitter, no Facebook e no Instagram. Conheça também nossa livraria, receba a nossa newsletter e ative o sininho vermelho para as notificações.

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247