Pimentel cria cotas para negros, índios e pessoas de baixa renda na gestão

O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, sancionou uma lei que prevê a criação de cotas para negros, indígenas e pessoas de baixa renda cursarem administração pública na escola de governo da Fundação João Pinheiro; de acordo com o projeto, de autoria do próprio chefe do executivo, 20% das vagas do concurso ficarão para as pessoas negras, 3% para os indígenas e 17% para pessoas de baixa renda, que tiverem estudado em escolas públicas

O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, sancionou uma lei que prevê a criação de cotas para negros, indígenas e pessoas de baixa renda cursarem administração pública na escola de governo da Fundação João Pinheiro; de acordo com o projeto, de autoria do próprio chefe do executivo, 20% das vagas do concurso ficarão para as pessoas negras, 3% para os indígenas e 17% para pessoas de baixa renda, que tiverem estudado em escolas públicas
O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, sancionou uma lei que prevê a criação de cotas para negros, indígenas e pessoas de baixa renda cursarem administração pública na escola de governo da Fundação João Pinheiro; de acordo com o projeto, de autoria do próprio chefe do executivo, 20% das vagas do concurso ficarão para as pessoas negras, 3% para os indígenas e 17% para pessoas de baixa renda, que tiverem estudado em escolas públicas (Foto: Leonardo Lucena)

Minas 247 - O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, sancionou nesta segunda-feira (15) uma lei que prevê a criação de cotas para negros, indígenas e pessoas de baixa renda cursarem administração pública na escola de governo da Fundação João Pinheiro.

De acordo com o projeto, de autoria do próprio chefe do executivo, 20% das vagas do concurso ficarão para as pessoas negras, 3% para os indígenas e 17% para pessoas de baixa renda, que tiverem estudado em escolas públicas.

Nas cotas dos negros e indígenas, o concorrente precisa se declarar preto ou pardo ou índio. Para as pessoas de baixa renda, além de ter cursado ensino médio na rede pública, é necessário comprovar renda familiar inferior a 1,5 salário mínimo.

Com as cotas, o formando será nomeado para cargo na carreira de especialista em políticas públicas e gestão governamental nível 1 grau A. O salário é de 5,1 mil, com jornada de 40 horas semanais.

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