Pimentel critica peso dado a delatores na Lava Jato

"Hoje as acusações são feitas de forma pública, com estardalhaço, baseadas na palavra de uma a pessoa, de um delator, seja quem for. E mistura tudo o joio e o trigo vai tudo junto e ao mesmo tempo para as manchetes de jornal, para os noticiários das televisões", disse o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), em um evento na cidade mineira de Cataguases

"Hoje as acusações são feitas de forma pública, com estardalhaço, baseadas na palavra de uma a pessoa, de um delator, seja quem for. E mistura tudo o joio e o trigo vai tudo junto e ao mesmo tempo para as manchetes de jornal, para os noticiários das televisões", disse o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), em um evento na cidade mineira de Cataguases
"Hoje as acusações são feitas de forma pública, com estardalhaço, baseadas na palavra de uma a pessoa, de um delator, seja quem for. E mistura tudo o joio e o trigo vai tudo junto e ao mesmo tempo para as manchetes de jornal, para os noticiários das televisões", disse o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), em um evento na cidade mineira de Cataguases (Foto: Roberta Namour)

247 – Citado em delação premiada no âmbito da Operação Acrônimo, governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), fez ontem uma crítica ao peso que tem sido dado aos delatores e também à imprensa, que produze "linchamentos" de homens públicos.

"Hoje as acusações são feitas de forma pública, com estardalhaço, baseadas na palavra de uma a pessoa, de um delator, seja quem for. E mistura tudo o joio e o trigo vai tudo junto e ao mesmo tempo para as manchetes de jornal, para os noticiários das televisões", disse Pimentel, em um evento na cidade mineira de Cataguases.

Em delação, o empresário Benedito Rodrigues de Oliveira Neto, apelidado de Benê, cita participação de Pimentel em pagamento de propina por parte de uma montadora em troca de benefícios fiscais, na época em que foi ministro do Desenvolvimento no primeiro mandato do governo de Dilma Rousseff (PT).

"O acusado, agora inverteu. Quem acusa não tem que provar nada. É só falar que o outro praticou um ilícito e o que foi acusado cabe a ele o ônus de provar que é inocente. Se eu disser que é mentira sai uma linha num pé de página no jornal", acrescentou.

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