Pimentel: “MG tem déficit, mas está tocando o barco”

O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, amenizou a crise econômica vivida pelo estado, que fechou 2016 com déficit de R$ 4,1 bilhões; "Com serenidade, calma, cautela mas, acima de tudo, com trabalho, com fé e com perseverança. É isso que faz Minas Gerais estar, nesse momento, melhor que a maioria dos Estados no meio dessa crise devastadora que o Brasil está enfrentando. O Estado tem déficit, tem dificuldades financeiras, mas está tocando o barco", disse o petista, em evento

O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, amenizou a crise econômica vivida pelo estado, que fechou 2016 com déficit de R$ 4,1 bilhões; "Com serenidade, calma, cautela mas, acima de tudo, com trabalho, com fé e com perseverança. É isso que faz Minas Gerais estar, nesse momento, melhor que a maioria dos Estados no meio dessa crise devastadora que o Brasil está enfrentando. O Estado tem déficit, tem dificuldades financeiras, mas está tocando o barco", disse o petista, em evento
O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, amenizou a crise econômica vivida pelo estado, que fechou 2016 com déficit de R$ 4,1 bilhões; "Com serenidade, calma, cautela mas, acima de tudo, com trabalho, com fé e com perseverança. É isso que faz Minas Gerais estar, nesse momento, melhor que a maioria dos Estados no meio dessa crise devastadora que o Brasil está enfrentando. O Estado tem déficit, tem dificuldades financeiras, mas está tocando o barco", disse o petista, em evento (Foto: Leonardo Lucena)
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Minas 247 - O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, amenizou, nesta terça-feira (9), a crise econômica vivida pelo estado, o a terceiro unidade federativa a decretar estado de calamidade financeira, depois de Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul - Minas fechou 2016 com déficit  déficit de R$ 4,16 bilhões, conforme anúncio feito pelo governo em janeiro. Durante a entrega de certificados de registro a produtores de Queijo Minas Artesanal em São Roque de Minas, no Território Sudoeste, o petista afirmou que, "de vez em quando quem está em Belo Horizonte, que é o nosso caso, tem que mergulhar na Minas Gerais profunda, a Minas Gerais verdadeira, que acorda cedo, trabalha o dia inteiro e dorme feliz da vida porque cumpriu com sua obrigação".

"E a gente vai lá não é só para retribuir o trabalho, mas, também, para aprender com essa Minas Gerais como é que se enfrenta as crises, as dificuldades, as adversidades. E como é que a gente enfrenta? Com serenidade, calma, cautela mas, acima de tudo, com trabalho, com fé e com perseverança. É isso que faz Minas Gerais estar, nesse momento, melhor que a maioria dos Estados no meio dessa crise devastadora que o Brasil está enfrentando. O Estado tem déficit, tem dificuldades financeiras, mas está tocando o barco", garantiu. 

Os produtores João Carlos Leite, da Queijaria Roça da Cidade, Onésio Leite Silva, da Queijaria do Onésio, e Arnaldo Adams Ribeiro Pinto, do Queijo Vale da Gurita receberam o certificado do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-POA) e, a partir de agora, poderão comercializar seus produtos em outros estados. Minas Gerais possui cinco queijarias e dois entrepostos cadastrados.

"Isso é um compromisso nosso. Se tem uma coisa importante para nós, mineiros, é o queijo. Não porque a gente gosta de comer queijo, a gente gosta. Mas ele faz parte da nossa cultura, da nossa história, e nós temos orgulho muito grande, porque nós temos algumas regiões, e a principal delas é a Canastra, com certificação de origem. Igual aos dos queijos franceses. Aliás, nós identificamos aqui a mesma bactéria que produz o queijo camembert, na França. Dentro de pouco tempo nós vamos competir com os melhores queijos do mundo", disse Pimentel.

 

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