Pimentel pode vender Cidade Administrativa feita por Aécio

Governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), lembrou que a sede do governo vale pelo menos R$ 2 bilhões e pode ser cedida a fundo de pensão; projeto será apresentado à Assembleia Legislativa; déficit de caixa do governo estadual é de cerca de R$ 8 bilhões

Governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), lembrou que a sede do governo vale pelo menos R$ 2 bilhões e pode ser cedida a fundo de pensão; projeto será apresentado à Assembleia Legislativa; déficit de caixa do governo estadual é de cerca de R$ 8 bilhões
Governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), lembrou que a sede do governo vale pelo menos R$ 2 bilhões e pode ser cedida a fundo de pensão; projeto será apresentado à Assembleia Legislativa; déficit de caixa do governo estadual é de cerca de R$ 8 bilhões (Foto: Gisele Federicce)

Minas 247 - O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), cogita vender a Cidade Administrativa, sede do governo estadual, construída durante a gestão do tucano Aécio Neves (PSDB-MG).

O senador tucano, que governou o estado entre 2003 e 2010, foi acusado posteriormente na delação premiada de Benedicto Júnior, ex-presidente da Odebrecht Infraestrutura, de comandar fraude em licitação das obras para favorecer grandes empreiteiras. De acordo com o delator, seriam repassados ao então governador valores entre 2,5% e 3% sobre o total dos contratos.

Em entrevista ao jornal Valor Econômico, Pimentel lembrou que a sede do governo vale pelo menos R$ 2 bilhões e pode ser cedida a fundo de pensão. O projeto sobre a venda será apresentado à Assembleia Legislativa, conforme anunciou. O déficit de caixa do governo estadual é de cerca de R$ 8 bilhões.

"Vamos mandar para Assembleia alguns projetos de lei para criar fundos com ativos do Estado. Vamos pegar todos os ativos imobiliários do Estado e colocar em um fundo. Prédios, inclusive escolas, postos de saúde e etc. Vamos pagar aluguel para esse fundo e, portanto, terá um rendimento. Estamos também pensando em nos desfazer definitivamente de alguns ativos. A Cidade Administrativa é uma delas. Podemos vendê-la para um fundo de pensão, por exemplo. Continuaríamos usando, pagando aluguel. Vale, por baixo, R$ 2 bilhões. Não há sentido em ter um imobilizado daquele tamanho que nos dá despesa enorme para manter e nó", disse na entrevista.

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