Plano de Alckmin para moradias no centro foi abandonado

Após quatro anos do lançamento, uma parceria entre o governo do Estado de São Paulo e a iniciativa privada para a construção de 20 mil moradias no centro da capital paulista ainda não entregou nenhuma casa; o projeto, anunciado por Geraldo Alckmin (PSDB) em 16 de abril de 2012 previa diminuir o deficit habitacional da cidade –hoje estimado em 230 mil casas; hoje, no entanto, apenas 126 apartamentos estão de fato em construção na rua São Caetano, no Bom Retiro

Após quatro anos do lançamento, uma parceria entre o governo do Estado de São Paulo e a iniciativa privada para a construção de 20 mil moradias no centro da capital paulista ainda não entregou nenhuma casa; o projeto, anunciado por Geraldo Alckmin (PSDB) em 16 de abril de 2012 previa diminuir o deficit habitacional da cidade –hoje estimado em 230 mil casas; hoje, no entanto, apenas 126 apartamentos estão de fato em construção na rua São Caetano, no Bom Retiro
Após quatro anos do lançamento, uma parceria entre o governo do Estado de São Paulo e a iniciativa privada para a construção de 20 mil moradias no centro da capital paulista ainda não entregou nenhuma casa; o projeto, anunciado por Geraldo Alckmin (PSDB) em 16 de abril de 2012 previa diminuir o deficit habitacional da cidade –hoje estimado em 230 mil casas; hoje, no entanto, apenas 126 apartamentos estão de fato em construção na rua São Caetano, no Bom Retiro (Foto: Roberta Namour)
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247 – Após quatro anos do lançamento, uma parceria entre o governo do Estado de São Paulo e a iniciativa privada para a construção de 20 mil moradias no centro da capital paulista ainda não entregou nenhuma casa.

O projeto, anunciado por Geraldo Alckmin (PSDB) em 16 de abril de 2012 previa diminuir o deficit habitacional da cidade –hoje estimado em 230 mil casas.

Hoje, no entanto, apenas 126 apartamentos estão de fato em construção na rua São Caetano, no Bom Retiro, segundo reportagem de Leandro Machado. Os outros estão em fase de licenciamento -91 foram aprovados na semana passada.

O governo Alckmin justifica o atraso dizendo que a PPP foi uma iniciativa inédita e que, por isso, encontrou dificuldades (leia aqui).

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