PM faz balanço positivo de intervenção na CPP

O comandante-geral da Polícia Militar do Tocantins, coronel Glauber de Oliveira Santos, apresentou nessa quinta-feira, 5, balanço da intervenção feita na Casa de Prisão Provisória de Palmas; durante vistoria, PMs encontraram um túnel com 10 metros de comprimento, centenas de chuchos, celulares e outros materiais ilegais; medida foi necessária razão da paralisação da Polícia Civil, que ocasionou na redução de efetivo na unidade, na suspensão de alguns serviços e até visitas aos detentos; “Era extremamente necessária a entrada da Polícia Militar, nossa meta era retirar todo o material ilícito que estava na unidade”, disse

O comandante-geral da Polícia Militar do Tocantins, coronel Glauber de Oliveira Santos, apresentou nessa quinta-feira, 5, balanço da intervenção feita na Casa de Prisão Provisória de Palmas; durante vistoria, PMs encontraram um túnel com 10 metros de comprimento, centenas de chuchos, celulares e outros materiais ilegais; medida foi necessária razão da paralisação da Polícia Civil, que ocasionou na redução de efetivo na unidade, na suspensão de alguns serviços e até visitas aos detentos; “Era extremamente necessária a entrada da Polícia Militar, nossa meta era retirar todo o material ilícito que estava na unidade”, disse
O comandante-geral da Polícia Militar do Tocantins, coronel Glauber de Oliveira Santos, apresentou nessa quinta-feira, 5, balanço da intervenção feita na Casa de Prisão Provisória de Palmas; durante vistoria, PMs encontraram um túnel com 10 metros de comprimento, centenas de chuchos, celulares e outros materiais ilegais; medida foi necessária razão da paralisação da Polícia Civil, que ocasionou na redução de efetivo na unidade, na suspensão de alguns serviços e até visitas aos detentos; “Era extremamente necessária a entrada da Polícia Militar, nossa meta era retirar todo o material ilícito que estava na unidade”, disse (Foto: Aquiles Lins)

Tocantins 247 - O comandante-geral da Polícia Militar do Tocantins, Glauber de Oliveira Santos, fez um balanço da intervenção realizada nesta quinta-feira, 5, na Casa de Prisão Provisória de Palmas, durante entrevista coletiva. Na oportunidade, o comandante apresentou as centenas de chuchos, celulares e outros materiais ilegais apreendidos durante a operação nas celas da unidade.

Dentre as apreensões, estão ainda chaves, cadeados e até cimento que estavam escondidos no interior das celas. A averiguação e revistas ainda continuam por parte da PM que faz levantamento minucioso em todos os pavilhões.

Na operação, os militares encontraram um túnel de mais de 10 metros de extensão que estava sendo aberto desde a última semana pelos reeducandos. O buraco foi periciado e já passou por um processo de concretagem, evitando assim, os riscos de fuga em massa.

O comandante explicou que a intervenção foi necessária em razão da paralisação da Polícia Civil, que ocasionou na redução de efetivo na unidade, na suspensão de alguns serviços e até visitas aos detentos. “Era extremamente necessária a entrada da Polícia Militar, nossa meta era retirar todo o material ilícito que estava na unidade”, disse.

O Serviço de Inteligência da PM, que monitora a unidade, constatou a existência do túnel e das armas. Em seguida, agiu imediatamente para zelar pela ordem pública. O comandante relatou os resultados positivos da operação. “Quero parabenizar a todo o efetivo que participou da operação, tudo correu de forma ordeira com colaboração dos detentos, mantemos a integridade física dos presos para garantir a paz e a ordem social. Cumprimos nosso papel e atribuição constitucional”, frisou.

O comandante ressalta ainda que a corporação está pronta, caso sejam necessárias ações semelhantes em outros presídios do Estado. “Se for preciso, estamos preparados. A Polícia Militar está cumprindo o papel de resguardar a sociedade e a ordem pública”, frisou, ao complementar que a Segurança Pública é uma das prioridades da gestão.

A entrada no presídio tem o respaldo da decisão judicial da desembargadora Maysa Vendramini, que declarou a greve da Polícia Civil ilegal e autorizou a PM a fazer vistorias nas unidades prisionais durante a paralisação. 

A operação

A operação começou às 7 horas desta quarta-feira e contou com a participação de 130 policiais e também bombeiros militares, integrantes do 1° Batalhão de Polícia Militar (BPM) e Companhia Independente de Operações Especiais (Ciop), que realizaram um trabalho planejado em conjunto. Cães farejadores também auxiliaram o trabalho da polícia.

A entrada na unidade aconteceu após atrito entre detentos que resultou no encaminhamento de alguns deles para unidades de saúde da Capital, quando foi constatada a posse de armas brancas pelos presos. (Da Secom)

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