PM testa sistema de monitoramento para apoio aos policiais

“Ao receber este alerta, o comandante deverá realizar uma intervenção. O próprio sistema dá uma lista de intervenções possíveis para o caso, como, por exemplo, indicação para acompanhamento psicológico, assessoria jurídica etc”, relata o corregedor da PM, coronel Renato Carvalhais; O Sistema de Alarme Prévio (SAP), como é chamado, é totalmente informatizado e alimentado por uma base de dados da PMMG. “Ele lê o Registro de Eventos de Defesa Social (REDS), o sistema de RH da polícia, de saúde, entre outros”, diz; A plataforma é inspirada em um sistema já utilizado pela polícia de Miami, nos Estados Unidos

“Ao receber este alerta, o comandante deverá realizar uma intervenção. O próprio sistema dá uma lista de intervenções possíveis para o caso, como, por exemplo, indicação para acompanhamento psicológico, assessoria jurídica etc”, relata o corregedor da PM, coronel Renato Carvalhais; O Sistema de Alarme Prévio (SAP), como é chamado, é totalmente informatizado e alimentado por uma base de dados da PMMG. “Ele lê o Registro de Eventos de Defesa Social (REDS), o sistema de RH da polícia, de saúde, entre outros”, diz; A plataforma é inspirada em um sistema já utilizado pela polícia de Miami, nos Estados Unidos
“Ao receber este alerta, o comandante deverá realizar uma intervenção. O próprio sistema dá uma lista de intervenções possíveis para o caso, como, por exemplo, indicação para acompanhamento psicológico, assessoria jurídica etc”, relata o corregedor da PM, coronel Renato Carvalhais; O Sistema de Alarme Prévio (SAP), como é chamado, é totalmente informatizado e alimentado por uma base de dados da PMMG. “Ele lê o Registro de Eventos de Defesa Social (REDS), o sistema de RH da polícia, de saúde, entre outros”, diz; A plataforma é inspirada em um sistema já utilizado pela polícia de Miami, nos Estados Unidos (Foto: Luis Mauro Queiroz)
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Agência Minas - A Polícia Militar de Minas Gerais está testando, desde o começo do mês, um sistema que monitora ocorrências de risco envolvendo policiais e indica intervenções em caso de desvios de conduta, problemas emocionais e outros. O objetivo é auxiliar os militares no exercício profissional, trazendo, consequentemente, resultados mais efetivos à população.

Por exemplo: se um policial militar se envolve em uma situação de violência doméstica e é feito um Boletim de Ocorrência – sendo ele vítima ou autor -, um alarme é disparado pelo sistema, que, por sua vez, envia uma mensagem para o comandante.

“Ao receber este alerta, o comandante deverá realizar uma intervenção. O próprio sistema dá uma lista de intervenções possíveis para o caso, como, por exemplo, indicação para acompanhamento psicológico, assessoria jurídica etc”, relata o corregedor da PM, coronel Renato Carvalhais.

O Sistema de Alarme Prévio (SAP), como é chamado, é totalmente informatizado e alimentado por uma base de dados da PMMG. “Ele lê o Registro de Eventos de Defesa Social (REDS), o sistema de RH da polícia, de saúde, entre outros”, diz. A plataforma é inspirada em um sistema já utilizado pela polícia de Miami, nos Estados Unidos.

“As informações não são utilizadas para abertura de procedimento disciplinar ou criminal. É uma ferramenta de gestão, que permite aos comandantes conhecer os militares e detectar vulnerabilidades, minimizando a reincidência de qualquer ocorrência pessoal e o agravamento das condutas irregulares. É um trabalho preventivo”, ressalta Carvalhais.

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