PMDB do Ceará apoia saída do governo

O senador Eunício Oliveira confirmou o apoio do PMDB do Ceará ao rompimento com o governo Dilma Rousseff (PT), previsto para ser anunciado às 15h desta terça-feira (29). Eunício disse ainda que as indicações do partido no Estado, entre elas a presidência do Banco do Nordeste, estão à disposição da presidente. “O Guimarães pode assumir os cargos se quiser”, declarou, referindo-se ao deputado cearense, líder do Governo na Câmara

O senador Eunício Oliveira confirmou o apoio do PMDB do Ceará ao rompimento com o governo Dilma Rousseff (PT), previsto para ser anunciado às 15h desta terça-feira (29). Eunício disse ainda que as indicações do partido no Estado, entre elas a presidência do Banco do Nordeste, estão à disposição da presidente. “O Guimarães pode assumir os cargos se quiser”, declarou, referindo-se ao deputado cearense, líder do Governo na Câmara
O senador Eunício Oliveira confirmou o apoio do PMDB do Ceará ao rompimento com o governo Dilma Rousseff (PT), previsto para ser anunciado às 15h desta terça-feira (29). Eunício disse ainda que as indicações do partido no Estado, entre elas a presidência do Banco do Nordeste, estão à disposição da presidente. “O Guimarães pode assumir os cargos se quiser”, declarou, referindo-se ao deputado cearense, líder do Governo na Câmara (Foto: Rodrigo Rocha)

Ceará247 - “Será por aclamação (a saída do governo), sem votação. O PMDB do Ceará estará todo em Brasília”, disse Eunício Oliveira. O senador confirmou o apoio do partido no Estado à decisão pelo rompimento com o governo Dilma Rouseff (PT), previsto para ser anunciado às 15h desta terça-feira (29). 

Eunício confirmou também que as indicações da sigla no Estado, como a direção da Companhia Docas do Ceará e a presidência do Banco do Nordeste, estão “à disposição” da presidente. “O Guimarães pode assumir os cargos se quiser”, disse, referindo-se ao deputado cearense, líder do Governo na Câmara. 

De acordo com o parlamentar, porém, a mudança não significa posição imediata de oposição ao Governo ou apoio ao impeachment. “Isso é outra coisa. Depois disso, o governo não tem compromisso conosco e nem nós com ele. Não vou para fazer oposição cega nem derrubar governo”, disse o senador.

(Com informações do jornal O Povo)


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