Poder de compra do trabalhador cai 3,5%

Pesquisa Mensal de Emprego (PME), divulgada nesta quinta-feira, 24, pelo IBGE, mostra que o rendimento médio real habitual do trabalhador ficou em R$ 2.185,50 em agosto deste ano; valor é 0,5% superior ao registrado em julho deste ano; no entanto, na comparação com agosto do ano passado, o rendimento recuou 3,5%

Pesquisa Mensal de Emprego (PME), divulgada nesta quinta-feira, 24, pelo IBGE, mostra que o rendimento médio real habitual do trabalhador ficou em R$ 2.185,50 em agosto deste ano; valor é 0,5% superior ao registrado em julho deste ano; no entanto, na comparação com agosto do ano passado, o rendimento recuou 3,5%
Pesquisa Mensal de Emprego (PME), divulgada nesta quinta-feira, 24, pelo IBGE, mostra que o rendimento médio real habitual do trabalhador ficou em R$ 2.185,50 em agosto deste ano; valor é 0,5% superior ao registrado em julho deste ano; no entanto, na comparação com agosto do ano passado, o rendimento recuou 3,5% (Foto: Aquiles Lins)
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Vitor Abdala, da Agência Brasil - O rendimento médio real habitual do trabalhador ficou em R$ 2.185,50 em agosto deste ano. O valor é 0,5% superior ao registrado em julho deste ano. No entanto, na comparação com agosto do ano passado, o rendimento recuou 3,5%, segundo dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), divulgados hoje (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na comparação com julho, os rendimentos dos empregados com carteira assinada cresceram 1,3%, enquanto os daqueles sem carteira assinada caíram 6,2%. Entre os grupamentos de atividade, nesse tipo de comparação, houve altas em outros serviços (6,3%), na construção (4,6%) e nos serviços domésticos (1,4%), enquanto foram registradas quedas de 2,4% na educação, saúde e administração pública e de 1,1% no comércio.

Na comparação com agosto do ano passado, houve quedas de 3,4% nos rendimentos dos empregos com carteira assinada e de 12,6% nos empregos sem carteira. Entre os grupamentos de atividade, a única alta foi em outros serviços (3,3%), enquanto as outras seis atividades tiveram queda, com destaque para os rendimentos da construção (-6,4%) e o comércio (-5,9%).

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