Polícia invade Centro Paula Souza para cumprir reintegração de posse

A Polícia Militar invadiu o centro de ensino, no centro de São Paulo, após a Justiça paulista determinar a reintegração de posse do prédio; local foi ocupado por estudantes da rede estadual e de escolas técnicas (Etecs) na última quinta-feira (28) em protesto contra a máfia da merenda e os cortes nas verbas e repasses para a educação; secretário da Segurança Pública de São Paulo, Alexandre de Moraes, esteve no local; manifestantes dizem que não pretendem sair até que todas as escolas tenham assegurado merenda e almoço

A Polícia Militar invadiu o centro de ensino, no centro de São Paulo, após a Justiça paulista determinar a reintegração de posse do prédio; local foi ocupado por estudantes da rede estadual e de escolas técnicas (Etecs) na última quinta-feira (28) em protesto contra a máfia da merenda e os cortes nas verbas e repasses para a educação; secretário da Segurança Pública de São Paulo, Alexandre de Moraes, esteve no local; manifestantes dizem que não pretendem sair até que todas as escolas tenham assegurado merenda e almoço
A Polícia Militar invadiu o centro de ensino, no centro de São Paulo, após a Justiça paulista determinar a reintegração de posse do prédio; local foi ocupado por estudantes da rede estadual e de escolas técnicas (Etecs) na última quinta-feira (28) em protesto contra a máfia da merenda e os cortes nas verbas e repasses para a educação; secretário da Segurança Pública de São Paulo, Alexandre de Moraes, esteve no local; manifestantes dizem que não pretendem sair até que todas as escolas tenham assegurado merenda e almoço (Foto: Paulo Emílio)
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247 - Após a Justiça paulista determinar a reintegração de posse do Centro Paula Souza, no Centro de São Paulo, a Policia Militar invadiu o local que está ocupado por estudantes da rede estadual de ensino e de escolas técnicas (Etecs) desde a última quinta-feira (28) em protesto contra a máfia da merenda e os cortes nas verbas e repasses para a educação. Policiais foram recebidos com palavras de ordem como: "sem violência" e "prisão, para quem roubou merenda". Os estudantes dizem que pretendem permanecer no local até que todas as escolas tenham assegurado a merenda e o almoço. 

O mandado judicial determinando a desocupação ainda não foi entregue pelo Oficial de Justiça. A Polícia Militar fechou as vias de acesso ao local. "Não foi planejada uma reintegração de posse. O que estamos fazendo desde sexta é uma tentativa de dialogar com os alunos para que ao menos permitam a entrada dos funcionários, sem prejudicar terceiros", disse o tenente coronel Cangerana. "O isolamento do perímetro foi relizado para facilitar esta aproximação com os alunos. Ainda não houve nenhuma entrega de mandado", completou.

O Secretário da Segurança Pública de São Paulo, Alexandre de Moraes, esteve no local da ocupação, em companhia da diretora-superintendente do Centro Paula Souza, Laura Laganá, para conversar com os policiais militares que estão à frente da operação.

Além da unidade Paula Souza, estudantes também ocupam a Escola Estadual Fernão Dias, na Zona Oeste da Capital. Os manifestantes alega que a Secretaria da Educação não cumpriu a determinação judicial de suspensão da reorganização escolar em 2015 e que resultou no fechamento de salas de aula em diversas escolas.

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