Polícia prende suspeitos da morte de professor da Ufal

Duas pessoas foram presas acusadas de envolvimento na morte do professor de Química da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Daniel Thiele, cujo corpo foi encontrado carbonizado dentro do próprio carro, no dia 6 de outubro, em um canavial do município de Rio Largo, na grande Maceió; um dos presos tem envolvimento com roubos de veículos; o segundo tinha um mandado de prisão por tráfico de drogas no Espírito Santo e também é acusado de integrar uma quadrilha de roubo a veículos 

Duas pessoas foram presas acusadas de envolvimento na morte do professor de Química da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Daniel Thiele, cujo corpo foi encontrado carbonizado dentro do próprio carro, no dia 6 de outubro, em um canavial do município de Rio Largo, na grande Maceió; um dos presos tem envolvimento com roubos de veículos; o segundo tinha um mandado de prisão por tráfico de drogas no Espírito Santo e também é acusado de integrar uma quadrilha de roubo a veículos 
Duas pessoas foram presas acusadas de envolvimento na morte do professor de Química da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Daniel Thiele, cujo corpo foi encontrado carbonizado dentro do próprio carro, no dia 6 de outubro, em um canavial do município de Rio Largo, na grande Maceió; um dos presos tem envolvimento com roubos de veículos; o segundo tinha um mandado de prisão por tráfico de drogas no Espírito Santo e também é acusado de integrar uma quadrilha de roubo a veículos  (Foto: Voney Malta)

Alagoas 247 - Duas pessoas foram presas acusadas de envolvimento na morte do professor de Química da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) Daniel Thiele, cujo corpo foi encontrado carbonizado dentro do próprio carro, no dia 6 de outubro, em um canavial do município de Rio Largo, após 16 dias desaparecido. A prisão foi divulgada por uma fonte ligada à Polícia Civil de Alagoas (PC/AL), que optou por manter o nome dos suspeitos sob sigilo para não embaraçar as investigações que devem ser concluídas esta semana. 

As prisões também foram confirmadas pelo irmão do professor, Marcelo Thiele, que informou que a detenção aconteceu em momentos distintos. "A primeira prisão aconteceu há umas duas semanas. Já a segunda prisão foi há uma semana. Mas tem mais dois, pelo menos, para serem presos. Eles vivem no mundo do crime e todos têm mais de 30 anos", revelou o irmão do professor, sem repassar a identificação dos presos, nem divulgar os locais que os suspeitos estão detidos.

De acordo com as informações apuradas, um dos presos é conhecido por envolvimento com roubos de veículos no Estado e responsável por realizar desmanches de automóveis. O segundo preso, no entanto, foi capturado em uma abordagem de rotina, por outra delegacia, quando se descobriu que ele tinha um mandado de prisão por tráfico de drogas no estado do Espírito Santo. Eles são acusados de integrarem uma quadrilha de roubo a veículos que tinha por sua finalidade revender as peças dos carros subtraídos.

A primeira prisão do suspeito aconteceu pouco tempo depois que a Gazeta de Alagoas conversou com o delegado da Seção Antissequestro da Divisão Especial de Investigação e Capturas (Deic) e responsável pelo inquérito, Filipe Caldas. Na oportunidade, ele classificou o crime como "difícil" de ser elucidado. "Tínhamos poucas informações sobre o crime e conseguimos avançar com alguns rastros", disse o delegado, que informará sobre a realização de prisões em breve. 

Nota fiscal

Por telefone, o irmão do professor, que reside no estado do Rio Grande do Sul, disse que um dos rastros informados pelo delegado partiu de uma nota fiscal encontrada dentro do apartamento de Daniel Thiele, que morava sozinho em Maceió. "Encontramos essa nota muito depois que o corpo do meu irmão foi encontrado. Na nota dizia que um jogo de rodas foi adquirido por Daniel, no valor de R$ 7 mil. Ele nunca faria isso. Ele era muito comedido com as despesas. Aquilo não fazia sentido algum", informou Marcelo, que entregou o documento para a Deic. 

Pouco tempo depois da entrega da prova, o jogo de rodas do professor foi encontrado em um endereço eletrônico que funciona como classificados on-line para revendas de serviços e objetos. "Eles estavam vendendo o mesmo jogo por R$ 1.500", afirmou Marcelo, ressaltando que, a partir daí, o cerco aos acusados de participarem da morte do irmão dele foi se fechando.

"O trabalho da Deic está sendo fundamental para a elucidação do crime. Deram um prazo de que até o final desta semana o crime estaria elucidado e com os suspeitos presos. Caso não tenha a prisão, a família vai oferecer recompensa para quem entregar os acusados da morte do meu irmão", pontuou. 

Com gazetaweb.com.

 

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