Policiais decidem sobre proposta de reajuste do governo

A greve dos policiais civis de Alagoas foi anunciada na sexta-feira (24), véspera do carnaval, começou e terminou no mesmo dia após convocar os líderes e apresentar uma proposta; decisão da categoria será apresentada nesta sexta-feira (3) após assembleia; líderes dos policiais avaliam que houve avanço global nas negociações

A greve dos policiais civis de Alagoas foi anunciada na sexta-feira (24), véspera do carnaval, começou e terminou no mesmo dia após convocar os líderes e apresentar uma proposta; decisão da categoria será apresentada nesta sexta-feira (3) após assembleia; líderes dos policiais avaliam que houve avanço global nas negociações
A greve dos policiais civis de Alagoas foi anunciada na sexta-feira (24), véspera do carnaval, começou e terminou no mesmo dia após convocar os líderes e apresentar uma proposta; decisão da categoria será apresentada nesta sexta-feira (3) após assembleia; líderes dos policiais avaliam que houve avanço global nas negociações (Foto: Voney Malta)

Alagoas 247 - A greve dos policiais civis foi anunciada na sexta-feira, dia 24, véspera do carnaval. Não durou nem 24 horas. Começou de manhã e terminou à tarde, logo após o governo do Estado convocar dirigentes do sindicato para uma conversa e ‘ampliar’ de R$ 3.700 para R$ 3.800, a partir de dezembro do próximo ano, o salário a ser pago ao policial em início de carreira. Atualmente, o piso é de R$ 3.062 mensais. Amanhã, dia 3, em local e horário a serem definidos, os policiais voltam a se reunir em assembleia, dessa vez para que a categoria delibere se aceita ou não a proposta do governo. 

A direção do Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol) afirma que na mesa de negociação com o secretário do Planejamento, Gestão e Patrimônio, Fabrício Marques, foram apresentadas pelo governo novas propostas além do piso, daí porque a categoria ter suspendido a paralisação relâmpago.

“A proposta vai ser colocada para a avaliação da categoria, a quem caberá decidir”, afirma Edeilton Gomes, vice-presidente do Sindpol, ao dizer que a greve foi suspensa, mas que isso não quer dizer que a paralisação não possa ser retomada”. 

NEGOCIAÇÃO

Ele considera que houve avanço no valor global que era apresentado pelo governo à categoria. “Na mesa de negociação, o governo colocou alguns atrativos, que faziam parte da pauta e que não estava se falando até aquele momento”, diz.

E cita: “O aumento da cota de R$ 300 mil para R$ 400 mil para pagamento de retroativos do Plano de Cargos e Carreira, que o governo deixou de pagar, gerando uma dívida com a categoria. Tivemos ainda um pedido de isonomia dos policiais novos com os antigos, vai se rever para dar uma aliviada, porque é exigido para os policiais novos o título de doutorado para chegar no nível 4, e uma revisão também da questão salarial dos aposentados. Ou seja, o governo passou a atender algumas reivindicações que estavam em stand-by”, ressaltou.

Diante das proposta, Edeilton Gomes afirma que “isso fez com que aqueles que estavam ali [na mesa de negociação] entendessem que não fazia sentido entrar em greve se o governo está demonstrando que está avançando. É claro que tem outros pontos que nós estamos lutando e vamos tentar chegar a um consenso com o governo que não tem nada a ver com a parte financeira”, revela.

Com gazetaweb.com

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