Policiais protestam jogando coletes no lixo

Cobrando novos coletes balísticos e aumento do piso salarial, o Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol/AL) protestou, no Centro de Maceió, jogando grande parte dos equipamentos em um contêiner de lixo; eles reclamam que os coletes estão com a data de validade vencida e reivindicam piso de R$ 5.500 dividido em, no máximo, duas vezes; o Estado teria oferecido R$ 3.525 até 2018, dividido em três vezes

Cobrando novos coletes balísticos e aumento do piso salarial, o Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol/AL) protestou, no Centro de Maceió, jogando grande parte dos equipamentos em um contêiner de lixo; eles reclamam que os coletes estão com a data de validade vencida e reivindicam piso de R$ 5.500 dividido em, no máximo, duas vezes; o Estado teria oferecido R$ 3.525 até 2018, dividido em três vezes
Cobrando novos coletes balísticos e aumento do piso salarial, o Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol/AL) protestou, no Centro de Maceió, jogando grande parte dos equipamentos em um contêiner de lixo; eles reclamam que os coletes estão com a data de validade vencida e reivindicam piso de R$ 5.500 dividido em, no máximo, duas vezes; o Estado teria oferecido R$ 3.525 até 2018, dividido em três vezes (Foto: Voney Malta)

Alagoas 247 - O Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol/AL) fez um protesto, na manhã desta segunda-feira (19), em frente à Secretaria de Estado do Planejamento, Gestão e Patrimônio (Seplag), no centro de Maceió. A categoria, que cobra novos coletes balísticos, jogou grande parte dos equipamentos em um contêiner de lixo para lembrar ao governo as condições precárias. Os policiais também cobraram nova proposta para o piso salarial. 

Segundo o vice-presidente do Sindpol, Edeilto Gomes, pelo menos 500 coletes estão com data de validade vencida para atender à categoria. 

"O ato de hoje é para lembrar que, enquanto a polícia vem tentando reduzir os índices de homicídio no estado, trabalha com coletes vencidos. O governo não reconhece nosso esforço e esses coletes não garantem nenhuma segurança ao policial que está na rua trabalhando. A partir do momento em que um elemento de segurança perde a validade, segundo diz o próprio fabricante, não serve mais para ser usado", externou Edeilto. 

Durante o protesto, o sindicalista informou que a questão já foi tratada na mesa de negociação com o secretário de Planejamento, mas "o governo não deu atenção". O vice-presidente fez questão de lembrar a fala do governador Renan Filho (PMDB), quando o gestor disse que o policial civil não é uma profissão de risco. 

"Os policiais estão colocando a vida ainda mais em risco com colete vencido, mas o governador acredita que os coletes são desnecessários. Porém, entendemos que estamos numa profissão de risco, sim, e que precisamos dos EPIs [Equipamentos de Proteção Individual]", comentou Edeilto. 

Outro ponto citado como reivindicação diz respeito à proposta do governo quanto ao piso salarial dos policiais civis. O vice-presidente destacou que a última foi descartada pela categoria. Eles pedem piso de R$ 5.500 dividido em, no máximo, duas vezes. O Estado, segundo Edeilto, ofereceu R$ 3.525 até 2018 e dividido em três vezes. 

"Se vamos entrar em greve ou não vai depender apenas do governo. Estamos torcendo para que não seja necessário, já que não é bom nem para a gente e nem para a sociedade. Esperamos que apresentem outra proposta para que possamos resolver esse impasse", reforçou o vice-presidente.

Com gazetaweb.com

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