Por apoio a Temer, Tasso quer continuidade da Lava Jato

Em entrevista coletiva na manhã desta segunda (18), o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) condicionou seu apoio ao golpe orquestrado por Michel Temer (PMDB-SP) à continuidade das investigações da Operação Lava Jato e ao fim de negociações de apoio por cargos no Governo. Ele disse ainda que a melhor solução para o Brasil seria a convocação de novas eleições, mas que a medida não é legal

Em entrevista coletiva na manhã desta segunda (18), o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) condicionou seu apoio ao golpe orquestrado por Michel Temer (PMDB-SP) à continuidade das investigações da Operação Lava Jato e ao fim de negociações de apoio por cargos no Governo. Ele disse ainda que a melhor solução para o Brasil seria a convocação de novas eleições, mas que a medida não é legal
Em entrevista coletiva na manhã desta segunda (18), o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) condicionou seu apoio ao golpe orquestrado por Michel Temer (PMDB-SP) à continuidade das investigações da Operação Lava Jato e ao fim de negociações de apoio por cargos no Governo. Ele disse ainda que a melhor solução para o Brasil seria a convocação de novas eleições, mas que a medida não é legal (Foto: Rodrigo Rocha)
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Ceará247 - Com o andamento do processo de impeachment da presidente Dilma (PT) nas mãos do Senado, o cearense Tasso Jereissati (PSDB-CE) disse, em entrevista coletiva nesta segunda-feira (18), que exigirá uma série de “princípios” para apoiar um possível governo de Michel Temer (PMDB-SP). Entre eles estão a continuação das investigações da Operação Lava Jato e o fim de negociações de apoio por cargos no Governo.

O senador disse ainda que o PSDB deverá se reunir nos próximos dias para fechar questão sobre o apoio ao vice-presidente, e afirmou acreditar que ele possa pacificar a situação do País. 

O tucano também avaliou que o processo ideal para o Brasil neste momento seria a convocação de novas eleições, mas que a medida não é legal. “Essa sempre foi nossa posição, nossa opinião, mas isso não é legal. Temos que fazer o que a Constituição manda”. 

 

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