Porto Alegre tem maior inflação do País

Porto Alegre registrou, pela quarta semana consecutiva, a maior inflação entre as sete capitais pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV); o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC S), sofreu variação de 1,11% na terceira prévia de abril, resultado foi 0,04 ponto percentual inferior ao divulgado na semana anterior (1,15%)

Porto Alegre registrou, pela quarta semana consecutiva, a maior inflação entre as sete capitais pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV); o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC S), sofreu variação de 1,11% na terceira prévia de abril, resultado foi 0,04 ponto percentual inferior ao divulgado na semana anterior (1,15%)
Porto Alegre registrou, pela quarta semana consecutiva, a maior inflação entre as sete capitais pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV); o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC S), sofreu variação de 1,11% na terceira prévia de abril, resultado foi 0,04 ponto percentual inferior ao divulgado na semana anterior (1,15%) (Foto: Leonardo Lucena)

Rio Grande do Sul 247 – Porto Alegre registrou, pela quarta semana consecutiva, a maior inflação entre as sete capitais pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV). O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC S), divulgado, nesta quinta-feira (24), sofreu variação de 1,11% na terceira prévia de abril, resultado foi 0,04 ponto percentual inferior ao divulgado na semana anterior (1,15%).

A alimentação é a maior responsável pela alta inflacionária, tanto em relação aos gêneros alimentícios (para serem consumidos em casa) como na alimentação na rua. O Tomate disparou 21,04%, o leite longa vida, 12,49%, e os ovos, 15,97%. Apenas três das oito classes de gastos tiveram declínio nas variações de preços, com destaque para Educação, Leitura e Recreação, cuja taxa passou de 1,09% para -0,31%.

As variações acima da média ocorrem nos seguintes grupos: Alimentação; 2,61% e Vestuário; 1,63%. De acordo com o levantamento, a variação média da saúde e cuidados pessoais, transporte, habitação, despesas diversas, comunicação e educação, leitura e recreação se situaram em nível abaixo da variação média. Confira as variações, publicadas pelo Correio do Povo:

• Saúde e Cuidados Pessoais: 0,92%
• Transportes: 0,84%
• Habitação: 0,53%
• Despesas Diversas: 0,43%
• Comunicação: -0,07%
• Educação, Leitura e Recreação: -0,31%,

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