Postos da Grande SP não têm mais etanol e gasolina comum, diz sindicato

O presidente do Sindicato Comércio Varejista Derivados Petróleo Estado São Paulo (Sincopetro), José Alberto Paiva Gouveia, afirmou que os postos de combustíveis da Grande São Paulo, incluindo a capital paulista, não têm mais gasolina comum e etanol. A Região Metropolitana tem 2,1 mil postos de combustíveis; "Nós vamos ficar zerados em todos os postos já já", disse

O presidente do Sindicato Comércio Varejista Derivados Petróleo Estado São Paulo (Sincopetro), José Alberto Paiva Gouveia, afirmou que os postos de combustíveis da Grande São Paulo, incluindo a capital paulista, não têm mais gasolina comum e etanol. A Região Metropolitana tem 2,1 mil postos de combustíveis; "Nós vamos ficar zerados em todos os postos já já", disse
O presidente do Sindicato Comércio Varejista Derivados Petróleo Estado São Paulo (Sincopetro), José Alberto Paiva Gouveia, afirmou que os postos de combustíveis da Grande São Paulo, incluindo a capital paulista, não têm mais gasolina comum e etanol. A Região Metropolitana tem 2,1 mil postos de combustíveis; "Nós vamos ficar zerados em todos os postos já já", disse (Foto: Leonardo Lucena)

SP 247 - O presidente do Sindicato Comércio Varejista Derivados Petróleo Estado São Paulo (Sincopetro), José Alberto Paiva Gouveia, afirmou que os postos de combustíveis da Grande São Paulo, incluindo a capital paulista, não têm mais gasolina comum e etanol. A Região Metropolitana tem 2,1 mil postos de combustíveis.

"Nós vamos ficar zerados em todos os postos já já", disse Gouveia ao SP1.

De acordo com o sindicato, mesmo se os protestos dos caminhoneiros terminar, serão necessários três dias para a situação começar a se normalizar. "O que tenho como prometido é se acabar a manifestação, logo os caminhões irão para as ruas. Se terminar nesta sexta-feira, na segunda o consumidor pode achar. Mas para tudo ficar totalmente normal vai levar uns sete dias", acrescentou. "Se algum caminhão consegue chegar na base ele não sai com medo".

Nesta quinta-feira (24), o governo fez um acordo com a categoria prevendo a continuidade da redução de 10% no valor do óleo diesel a preços na refinaria, já praticados pela Petrobras, nos próximos 30 dias, com compensações financeiras da União à estatal. O documento prevê a suspensão da greve por 15 dias.

 

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