PP de Palmas diz que Lázaro não tem capacidade para conduzir o partido

O diretório do PP de Palmas, presidido pelo pré-candidato a deputado federal Tiago Andrino, peitou a direção estadual do partido e criticou a nota do PP estadual sugerindo a saída do prefeito Carlos Amasta; "o convite à desfiliação do Prefeito Amastha, feito pelo Presidente do Partido [Lázaro Botelho], mostra uma total falta de capacidade na condução de um grande partido. Já que o PP governa apenas duas capitais no país", disparou o PP de Palmas; "situações como esta que enfrentamos agora mostram porquê milhares de brasileiros saíram em manifestação às ruas. Questionando a legitimidade das organizações partidárias, que já não correspondem aos anseios do povo"; rebelião está instalada dentro do partido

O diretório do PP de Palmas, presidido pelo pré-candidato a deputado federal Tiago Andrino, peitou a direção estadual do partido e criticou a nota do PP estadual sugerindo a saída do prefeito Carlos Amasta; "o convite à desfiliação do Prefeito Amastha, feito pelo Presidente do Partido [Lázaro Botelho], mostra uma total falta de capacidade na condução de um grande partido. Já que o PP governa apenas duas capitais no país", disparou o PP de Palmas; "situações como esta que enfrentamos agora mostram porquê milhares de brasileiros saíram em manifestação às ruas. Questionando a legitimidade das organizações partidárias, que já não correspondem aos anseios do povo"; rebelião está instalada dentro do partido
O diretório do PP de Palmas, presidido pelo pré-candidato a deputado federal Tiago Andrino, peitou a direção estadual do partido e criticou a nota do PP estadual sugerindo a saída do prefeito Carlos Amasta; "o convite à desfiliação do Prefeito Amastha, feito pelo Presidente do Partido [Lázaro Botelho], mostra uma total falta de capacidade na condução de um grande partido. Já que o PP governa apenas duas capitais no país", disparou o PP de Palmas; "situações como esta que enfrentamos agora mostram porquê milhares de brasileiros saíram em manifestação às ruas. Questionando a legitimidade das organizações partidárias, que já não correspondem aos anseios do povo"; rebelião está instalada dentro do partido (Foto: Aquiles Lins)

Tocantins 247 – Conforme o Tocantins 247 adiantou, o diretório do PP de Palmas se reuniu nesta sexta-feira, 30, para discutir o posicionamento do diretório, depois que o PP estadual divulgou nota em que sugere a saída do prefeito de Palmas, Carlos Amastha (PP) do partido, por não concordar com a aliança pela reeleição do governador Sandoval Cardoso (SD).

Em nota divulgada na tarde desta sexta-feira, 30, o PP afirma que as “Consultas” feitas pelo presidente do partido, deputado Lázaro Botelho, não representam a “essência” da democracia. 

“Uma decisão que define o futuro do estado e o papel partido nessa caminhada é o debate mais importante dentro de uma legenda. E no mínimo deveria haver uma ampla discussão onde todos pudessem convencer e ser convencidos. O que não houve, desrespeitando e ferindo de morte o estatuto do partido progressista”, diz a nota.

Segundo o texto, no momento de preparação das convenções, onde todo o partido busca a construção de uma unidade, o diretório metropolitano afirma não entender por que a direção antecipou a sua decisão. “Sem apresentar sequer um plano de governo e uma estratégia eleitoral clara. Excluindo ainda dessa decisão partidos que estiveram ao  lado do PP desde o processo eleitoral de 2012."

Na nota, o PP de Palmas diz que seus filiados se sentiram "profundamente desrespeitados" por essa nota que trata de forma "preconceituosa" as lideranças do partido. "Pois na ultima eleição foi justamente contra isso que lutamos", diz o texto. 

"Por fim o PP Metropolitano reafirma que esta com suas bandeiras de pé e não vai permitir que manobras autoritárias alijem do processo eleitoral importantes companheiros que já colocaram seus nomes como pré-candidatos a Deputado Estadual, Federal e inclusive para a majoritária."

Leia na íntegra a nota do diretório metropolitano do PP. 

"O Partido Progressista municipal vem a publico trazer seu posicionamento sobre a declaração feita em nota pelo Diretório Regional.   O diretório de Palmas surgiu em 2011 por um grupo de homens,  mulheres e muitos jovens  que, liderados pelo empresário Carlos Amastha  buscavam uma alternativa no processo eleitoral da capital. Um projeto pautado essencialmente  pela democracia, combate às desigualdades, mais gestão, menos politica, foco nas pessoas e, principalmente, o rompimento com as oligarquias, que representam o que há de mais atrasado na nossa politica.

Em 2012 o partido entrou no processo eleitoral consolidado com quase dois mil filiados. Com muita sensibilidade e trabalho conseguimos  extrair o sentimento de mudança da população. Dando ao PP de Palmas a oportunidade de fazer  uma eleição histórica, com a maior virada eleitoral do Brasil. Confirmando nas urnas o desejo da maioria do Palmenses.

Essa vitória na capital contagiou todo o estado que vem confirmando esse sentimento de mudança.  O que arraigou ao partido uma grande unidade em torno dessa vontade. A partir dai a construção de um caminho alternativo também para o estado  foi essencial. E o nome de Roberto Pires, como pré-candidato ao governo,  conseguiu unificar o PP e conquistar o apoio do PCdoB e PSL.

Por este motivo o diretório municipal vê com grande estranheza as declarações do Diretório Estadual.

1 - Primeiro no que essa diretoria entende por “democracia”. O PP metropolitano afirma que nunca houve fórum adequado de debate.  “Consultas” feitas pelo presidente do partido não representam a essência da democracia.  Uma decisão  que define o futuro do estado e o papel partido nessa caminhada  é  o debate mais importante dentro de uma legenda. E no mínimo deveria haver uma ampla discussão onde todos pudessem  convencer e ser convencidos. O que não houve,  desrespeitando e ferindo de morte  o estatuto do partido progressista.  

2 - No momento de preparação das convenções, onde todo o partido busca a construção de uma unidade, não entendemos como a direção segue na contramão desse preceito e antecipa  sua decisão sem apresentar sequer um plano de governo e uma estratégia eleitoral clara. Excluindo ainda dessa decisão partidos que estiveram ao  lado do PP desde o processo eleitoral de 2012.

3- Importante ressaltar também que nunca houve uma reunião do diretório  para discutir a gestão do  tempo de TV do partido nem para  a utilização do fundo partidário.  O que explicita mais uma vez a falta de democracia e transparência do Diretório Estadual.

4 -  Ressaltamos que o PP  Metropolitano não desqualifica o apoio ao pré- candidato Sandoval Cardoso . Questionamos apenas a forma arbitraria como foi conduzido o processo.  Já que o Prefeito Amastha declarou total apoio ao mandato interino de Sandoval,  por seu partido não ter nenhum candidato na Eleição Indireta. Mas lembra  que isso não significava apoio imediato às eleições de 2014. Para esse processo o PP Metropolitano sempre deixou claro que o partido deveria buscar diálogo com todos os partidos que defendem a reeleição da Presidente Dilma como PROS, PT e PMDB.

5 –  O PP Metropolitano diz ainda que o convite à desfiliação do Prefeito Amastha,  feito pelo Presidente do Partido, mostra uma total falta de capacidade na condução de um grande partido. Já que o PP governa apenas duas capitais no país. Depositamos então a nossa confiança no Diretório Nacional do partido que reconhece a  importância do PP de Palmas  e a liderança do Prefeito Amastha, que teve mais de 50 mil votos nas ultimas eleições .

6 – O  PP de Palmas e seus filiados se sentiram profundamente desrespeitados por essa nota que trata de forma preconceituosa as nossas lideranças. Felizmente os militantes do PP já possuem forte resistência à esse tipo de postura. Pois na ultima eleição foi justamente contra isso que lutamos. 

Por fim o PP Metropolitano reafirma que esta com suas bandeiras de pé e não vai permitir que manobras autoritárias alijem do processo eleitoral importantes companheiros que já colocaram seus nomes como pré-candidatos a Deputado Estadual, Federal e inclusive para a majoritária.

Situações como esta que enfrentamos agora mostram porquê  milhares de brasileiros saíram em manifestação às ruas. Questionando a legitimidade das organizações partidárias, que já não correspondem aos anseios do povo.

Por isso aproveitamos essa nota para reafirmar o que há de mais importante: a necessidade de uma ampla REFORMA POLÍTICA no Brasil. Para que as decisões dos partidos não sejam mais negócios de famílias, tomadas dentro de casa. E sim, que sejam debates abertos e de interesse púbico, em defesa de todas as famílias brasileiras."

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