Prédio do jornal Hoje em Dia, comprado pela JBS a pedido de Aécio, é ocupado em BH

Ex-funcionários do jornal Hoje em Dia, de Belo Horizonte, e integrantes do MST ocupam o prédio onde funcionava a veículo; segundo o empresário Joesley Batista, da JBS, o prédio foi comprado pelo grupo de forma superfaturada a pedido do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG); ex-funcionários do jornal esperavam que o prédio fosse penhorado para o pagamento de dívidas trabalhistas; sede do Hoje em Dia funciona atualmente na zona oeste da capital mineira

Ex-funcionários do jornal Hoje em Dia, de Belo Horizonte, e integrantes do MST ocupam o prédio onde funcionava a veículo; segundo o empresário Joesley Batista, da JBS, o prédio foi comprado pelo grupo de forma superfaturada a pedido do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG); ex-funcionários do jornal esperavam que o prédio fosse penhorado para o pagamento de dívidas trabalhistas; sede do Hoje em Dia funciona atualmente na zona oeste da capital mineira
Ex-funcionários do jornal Hoje em Dia, de Belo Horizonte, e integrantes do MST ocupam o prédio onde funcionava a veículo; segundo o empresário Joesley Batista, da JBS, o prédio foi comprado pelo grupo de forma superfaturada a pedido do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG); ex-funcionários do jornal esperavam que o prédio fosse penhorado para o pagamento de dívidas trabalhistas; sede do Hoje em Dia funciona atualmente na zona oeste da capital mineira (Foto: Paulo Emílio)

Minas 247 - Ex-funcionários do jornal Hoje em Dia, de Belo Horizonte, ocuparam o prédio onde funcionava a sede do periódico, no bairro de Santa Efigênia. Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) também participam da ocupação.

O prédio, segundo o empresário e sócio da JBS Joesley Batista, teria sido comprado pelo grupo de forma superfaturada à Ediminas, que era proprietária do jornal, por R$ 17 milhões. A compra do imóvel teria sido feita, segundo Batista, a pedido do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG).

Em sua delação premiada, Joesley Batista disse não ter conhecimento de como o dinheiro da transação teria chegado até o parlamentar tucano. A aquisição do imóvel foi feita em nome da J&F, controladora da JBS, em 2015.

Segundo os ex-funcionários do jornal Hoje em Dia, havia a expectativa que o prédio fosse penhorado para o pagamento de dívidas trabalhistas.

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