Prefeita é cassada por deixar o marido governar

A prefeita de São Lourenço, no Sul de Minas, Célia Cavalcanti (PR), perdeu o mandato e o município passou a ser governado pelo seu vice, Leonardo Sanches; por 10 votos a 3, os vereadores aprovaram a cassação da prefeita sob a alegação de que ela teria deixado seu marido, o ex-prefeito da cidade, Natalício Tenório Cavalcanti (PR), tomar decisões administrativas; a defesa de Célia negou todas as acusações e disse que vai ingressar com um mandado de segurança no Tribunal de Justiça de Minas Gerais

A prefeita de São Lourenço, no Sul de Minas, Célia Cavalcanti (PR), perdeu o mandato e o município passou a ser governado pelo seu vice, Leonardo Sanches; por 10 votos a 3, os vereadores aprovaram a cassação da prefeita sob a alegação de que ela teria deixado seu marido, o ex-prefeito da cidade, Natalício Tenório Cavalcanti (PR), tomar decisões administrativas; a defesa de Célia negou todas as acusações e disse que vai ingressar com um mandado de segurança no Tribunal de Justiça de Minas Gerais
A prefeita de São Lourenço, no Sul de Minas, Célia Cavalcanti (PR), perdeu o mandato e o município passou a ser governado pelo seu vice, Leonardo Sanches; por 10 votos a 3, os vereadores aprovaram a cassação da prefeita sob a alegação de que ela teria deixado seu marido, o ex-prefeito da cidade, Natalício Tenório Cavalcanti (PR), tomar decisões administrativas; a defesa de Célia negou todas as acusações e disse que vai ingressar com um mandado de segurança no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (Foto: Voney Malta)

Minas 247 – Célia Cavalcanti (PR) não é mais a prefeita de São Lourenço, no Sul de Minas. Depois de 10 horas de sessão, por 10 votos a 3, os vereadores da Câmara Municipal aprovaram na noite dessa terça-feira (6) a cassação dela sob a alegação de que ela teria deixado seu marido – o ex-prefeito da cidade, Natalício Tenório Cavalcanti (PR) – tomar decisões no governo em seu lugar.

Os vereadores também se basearam em documentos de uma investigação do Ministério Público que apura irregularidades no Sistema de Abastecimento de Água e Esgoto (SAAE) e levou à prisão de cinco pessoas em novembro do ano passado. Tais investigações mostraram que o marido da prefeita foi responsável por nomeações na diretoria do SAAE e realizou reuniões sem a presença da esposa.

A defesa da prefeita na sessão da Câmara Municipal negou todas as acusações e disse que vai ingressar com um mandado de segurança no Tribunal de Justiça de Minas Gerais para devolver o cargo à prefeita.

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