Prefeita mineira é presa por envolvimento em morte de jornalista

A prefeita de Santa Luzia, Roseli Ferreira Pimentel (foto), foi presa nesta quinta-feira por suspeita de envolvimento na morte de um jornalista em agosto do ano passado; de acordo com a decisão do Tribunal de Justiça de Minas, ela teria participado do homicídio de Maurício Campos Rosa, que era dono do jornal local 'O Grito'; também foram presos outros três homens suspeitos do crime; Roseli foi encontrada pela Polícia Civil em sua própria casa e foi levada a uma delegacia em Belo Horizonte

A prefeita de Santa Luzia, Roseli Ferreira Pimentel (foto), foi presa nesta quinta-feira por suspeita de envolvimento na morte de um jornalista em agosto do ano passado; de acordo com a decisão do Tribunal de Justiça de Minas, ela teria participado do homicídio de Maurício Campos Rosa, que era dono do jornal local 'O Grito'; também foram presos outros três homens suspeitos do crime; Roseli foi encontrada pela Polícia Civil em sua própria casa e foi levada a uma delegacia em Belo Horizonte
A prefeita de Santa Luzia, Roseli Ferreira Pimentel (foto), foi presa nesta quinta-feira por suspeita de envolvimento na morte de um jornalista em agosto do ano passado; de acordo com a decisão do Tribunal de Justiça de Minas, ela teria participado do homicídio de Maurício Campos Rosa, que era dono do jornal local 'O Grito'; também foram presos outros três homens suspeitos do crime; Roseli foi encontrada pela Polícia Civil em sua própria casa e foi levada a uma delegacia em Belo Horizonte (Foto: Romulo Faro)

Léo Rodrigues - repórter da Agência Brasil

A prefeita de Santa Luzia (Região Metropolitana de Belo Horizonte), Roseli Ferreira Pimentel (PSB), foi presa hoje (7) por suspeita de envolvimento na morte de um jornalista em agosto do ano passado. O mandado de prisão foi assinado pelo juiz Alexandre Victor de Carvalho, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG).

De acordo com a decisão, ela teria participado do homicídio de Maurício Campos Rosa, que era dono do jornal local O Grito. Também foram presos outros três homens suspeitos do crime.

Roseli foi encontrada pela Polícia Civil em sua própria casa e foi levada a uma delegacia em Belo Horizonte. Antes de ser encaminhada para uma unidade prisional, ela deverá ser submetida a exames no Instituto Médico Legal (IML).

Reeleita em 2016 para um segundo mandato, Roseli teve seu mandato cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG) por irregularidades na sua campanha. Ela foi afastada em 7 de junho. No entanto, recorreu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e conseguiu uma liminar, retornando ao cargo 15 dias depois.

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