Prefeito de Araguaína pede ajuda contra criminalidade

O prefeito de Araguaína, Ronaldo Dimas, enviou um ofício ao ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, solicitando reforço policial da Força Nacional de Segurança Pública por pelo menos 90 dias; o chefe do executivo municipal pediu a liberação de mais de R$ 4,9 milhões para a implantação do projeto de videomonitoramento no município; no documento, Dimas ainda relatou os 54 homicídios registrados neste ano e as mais de 3,5 mil ocorrências de assaltos na cidade apenas em 2016, segundo dados da polícia; o gestor relatou que, nos últimos 30 dias, foram registrados quatro latrocínios na cidade, e disse haver "inércia" do governo estadual na área de segurança pública; “Podemos dizer que está se instalando o caos na segurança pública em nossa cidade", disse

O prefeito de Araguaína, Ronaldo Dimas, enviou um ofício ao ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, solicitando reforço policial da Força Nacional de Segurança Pública por pelo menos 90 dias; o chefe do executivo municipal pediu a liberação de mais de R$ 4,9 milhões para a implantação do projeto de videomonitoramento no município; no documento, Dimas ainda relatou os 54 homicídios registrados neste ano e as mais de 3,5 mil ocorrências de assaltos na cidade apenas em 2016, segundo dados da polícia; o gestor relatou que, nos últimos 30 dias, foram registrados quatro latrocínios na cidade, e disse haver "inércia" do governo estadual na área de segurança pública; “Podemos dizer que está se instalando o caos na segurança pública em nossa cidade", disse
O prefeito de Araguaína, Ronaldo Dimas, enviou um ofício ao ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, solicitando reforço policial da Força Nacional de Segurança Pública por pelo menos 90 dias; o chefe do executivo municipal pediu a liberação de mais de R$ 4,9 milhões para a implantação do projeto de videomonitoramento no município; no documento, Dimas ainda relatou os 54 homicídios registrados neste ano e as mais de 3,5 mil ocorrências de assaltos na cidade apenas em 2016, segundo dados da polícia; o gestor relatou que, nos últimos 30 dias, foram registrados quatro latrocínios na cidade, e disse haver "inércia" do governo estadual na área de segurança pública; “Podemos dizer que está se instalando o caos na segurança pública em nossa cidade", disse (Foto: Leonardo Lucena)

Tocantins 247 - O prefeito de Araguaína, Ronaldo Dimas, enviou, nessa terça-feira (19), um ofício ao ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, solicitando reforço policial da Força Nacional de Segurança Pública por pelo menos 90 dias. O chefe do executivo municipal pediu a liberação de mais de R$ 4,9 milhões para a implantação do projeto de videomonitoramento no município. No documento, Dimas ainda relatou os 54 homicídios registrados neste ano e as mais de 3,5 mil ocorrências de assaltos na cidade apenas em 2016, segundo dados da polícia. O gestor relatou que, nos últimos 30 dias, foram registrados quatro latrocínios na cidade, nos quais dois comerciantes foram mortos.

No documento, o prefeito faz duras críticas ao governo estadual dizendo haver “inércia” da gestão na área de segurança pública. “Nenhuma ação firme é tomada pelo governo do Estado, que permanece inerte, como se nada sério estivesse acontecendo. O máximo que tem tomado de atitude é enviar, raramente e por curtíssimo período, força tática especial. Apesar dos esforços dos escassos policiais militares, somente percebemos, por parte do governo do Estado, promessas e mais promessas, sem solução efetiva. Os recursos técnicos e materiais são praticamente inexistentes. Pouquíssimas viaturas fazem a ronda pela cidade”, afirmou o prefeito.

De acordo com o prefeito, “podemos dizer que está se instalando o caos na segurança pública em nossa cidade, e porque não dizer, no Estado. A cada dia vivenciamos um cenário cada vez pior". "A população está amedrontada e os comerciantes e comerciários em pânico”, afirma o gestor em sua carta.

Protesto
 
Centenas de pessoas, entre comerciantes, trabalhadores e populares se reuniram, nessa terça, em Araguaína, em manifestação pedindo mais segurança para a cidade. 

O protesto aconteceu na Avenida Cônego João Lima, no centro da cidade, em frente à loja de móveis onde o gerente Adriano Inácio da Silva Monteiro, de 30 anos, foi baleado durante assalto dentro do estabelecimento, na segunda-­feira (18). Durante a mnifestação, várias lojas fecharam as portas mais cedo. A população acompanhou parte do cortejo que levava o corpo de Adriano para ser enterrado no cemitério Jardim das Paineiras.

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