Prefeito que sobrevoava invasão e jogava bombas morre em desastre

Duas pessoas morreram na queda de uma aeronave na Região do Vale do Rio Doce, em Minas; o prefeito do município de Central de Minas, Genil Mata da Cruz (PP), de 39 anos, estava no avião junto com um funcionário particular, identificado apenas como Douglas, de 28 anos; segundo o 8º Comando Regional da PM informou que o avião sobrevoou um acampamento conhecido por conflitos recentes entre integrantes do MST e fazendeiros; MST acusa o prefeito de jogar coquetéis molotov nos barracos

Duas pessoas morreram na queda de uma aeronave na Região do Vale do Rio Doce, em Minas; o prefeito do município de Central de Minas, Genil Mata da Cruz (PP), de 39 anos, estava no avião junto com um funcionário particular, identificado apenas como Douglas, de 28 anos; segundo o 8º Comando Regional da PM informou que o avião sobrevoou um acampamento conhecido por conflitos recentes entre integrantes do MST e fazendeiros; MST acusa o prefeito de jogar coquetéis molotov nos barracos
Duas pessoas morreram na queda de uma aeronave na Região do Vale do Rio Doce, em Minas; o prefeito do município de Central de Minas, Genil Mata da Cruz (PP), de 39 anos, estava no avião junto com um funcionário particular, identificado apenas como Douglas, de 28 anos; segundo o 8º Comando Regional da PM informou que o avião sobrevoou um acampamento conhecido por conflitos recentes entre integrantes do MST e fazendeiros; MST acusa o prefeito de jogar coquetéis molotov nos barracos (Foto: Leonardo Lucena)

Minas 247 - Duas pessoas morreram na queda de uma aeronave na tarde desta terça-feira (14) em Tumiritinga, na Região do Vale do Rio Doce, em Minas Gerais. O prefeito do município de Central de Minas, Genil Mata da Cruz (PP), de 39 anos, estava no avião junto com um funcionário particular, identificado apenas como Douglas, de 28 anos.

O 8º Comando Regional da Polícia Militar informou que o avião sobrevou um acampamento conhecido por conflitos recentes entre integrantes do Movimento dos Sem-Terra (MST) e fazendeiros.

De acordo com o MST, o prefeito jogava bombas caseiras nos barracos. Funcionários da prefeitura dizem que o avião foi abatido a tiros. Mas a perícia ainda não confirmou nenhuma versão para o conflito fundiário.

A moradora da ocupação, Neurilane de Souza Alves, de 35 anos, afirmou que duas aeronaves começaram a sobrevoar a fazenda no fim da tarde. "Elas sobrevoaram por aproximadamente uma hora o acampamento jogando bombas de coquetel molotov sobre as casas. Durante a ação, uma delas caiu e a outra foi embora", disse, conforme relato do Estado de Minas. Um militar que esteve no local disse que uma das asas da aeronave se quebrou antes da queda.

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247