Presidente da ALBA adia reajuste de 15% no salário dos deputados

O novo presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), deputado Ângelo Coronel (PSD), decidiu barrar (pelo menos por ora) o reajuste de 15% no salário dos 63 parlamentares que compõem a Casa; o Poder Legislativo em todos os estados passa a ter direito de conceder o aumento porque o reajuste é vinculado ao dos 513 deputados federais; "Nós sabemos que o reajuste no Legislativo federal se trata de uma medida que deságua no efeito cascata. Ou seja, que a Assembleia Legislativa da Bahia teria de repassar aos seus deputados esse mesmo percentual, e já na folha de fevereiro. Mas neste momento de crise que estamos enfrentando, decidimos avaliar com mais cuidado a situação", diz Coronel

O novo presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), deputado Ângelo Coronel (PSD), decidiu barrar (pelo menos por ora) o reajuste de 15% no salário dos 63 parlamentares que compõem a Casa; o Poder Legislativo em todos os estados passa a ter direito de conceder o aumento porque o reajuste é vinculado ao dos 513 deputados federais; "Nós sabemos que o reajuste no Legislativo federal se trata de uma medida que deságua no efeito cascata. Ou seja, que a Assembleia Legislativa da Bahia teria de repassar aos seus deputados esse mesmo percentual, e já na folha de fevereiro. Mas neste momento de crise que estamos enfrentando, decidimos avaliar com mais cuidado a situação", diz Coronel
O novo presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), deputado Ângelo Coronel (PSD), decidiu barrar (pelo menos por ora) o reajuste de 15% no salário dos 63 parlamentares que compõem a Casa; o Poder Legislativo em todos os estados passa a ter direito de conceder o aumento porque o reajuste é vinculado ao dos 513 deputados federais; "Nós sabemos que o reajuste no Legislativo federal se trata de uma medida que deságua no efeito cascata. Ou seja, que a Assembleia Legislativa da Bahia teria de repassar aos seus deputados esse mesmo percentual, e já na folha de fevereiro. Mas neste momento de crise que estamos enfrentando, decidimos avaliar com mais cuidado a situação", diz Coronel (Foto: Romulo Faro)
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Bahia 247 - O novo presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), deputado Ângelo Coronel (no centro da imagem), decidiu barrar (pelo menos por ora) o reajuste de 15% no salário dos 63 parlamentares que compõem a casa. O Poder Legislativo em todos os estados passa a ter direito de conceder o aumento porque o reajuste é vinculado ao dos 513 deputados federais.

Decisão de segurar o aumento, diz Coronel, foi acordada entre todos os membros da Mesa Diretora da ALBA, e quando acontecer, será feito de forma escalonada, em três parcelas de 5% em meses subsequentes.

"Nós sabemos que o reajuste no Legislativo federal se trata de uma medida que deságua no efeito cascata. Ou seja, que a Assembleia Legislativa da Bahia teria de repassar aos seus deputados esse mesmo percentual, e já na folha de fevereiro. Mas neste momento de crise que estamos enfrentando, decidimos avaliar com mais cuidado a situação", diz o presidente da Assembleia Legislativa.

Ângelo Coronel pede "compreensão" aos deputados, e ressalta que não está "negando o aumento, mas apenas ponderando nesse instante face à situação financeira do cofre" público estadual. "É uma decisão coletiva da Mesa Diretora que busca a economicidade, a austeridade, notadamente nesse momento em que estamos tomando pé da situação", disse o comandante do Legislativo baiano.

Atualmente o salário de cada deputado baiano hoje é de R$ 25.322,25. O valor entrou em vigor em fevereiro de 2015, após aumento de mais de R$ 5 mil, aprovado em dezembro de 2014 pelos próprios parlamentares. Além do seu salário, cada deputado tem mais R$ R$ 92 mil em verba de gabinete. A verba é destinada para custear despesas com os salários dos assessores parlamentares.

Além dos R$ 92 mil, o parlamentar também pode gastar até R$ 38 mil com a verba indenizatória, que se refere a despesas com material de escritório, contratação de consultoria, locação de imóveis e de veículos.

Líder da oposição na Casa, o deputado Leur Lomanto Junior (PMDB) concorda com a decisão do presidente de não conceder o reajuste agora. "O momento é de cautela nos gastos. Seria uma atitude muito arriscada do presidente assumir um compromisso desses agora", ponderou o peemedebista.

O deputado Alex Lima (PTN) também diz que é a favor do congelamento dos salários por enquanto. "Acho que no momento de crise que estamos passando, todos devem fazer sua cota de sacrifícios", avalia Lima.

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