Presidente do PT diz que Cunha retalia Dilma

O presidente do PT em Alagoas, deputado federal Paulão, avaliou que a abertura do pedido de impeachment da presidente Dilma é um ato de retaliação; Paulão explicou que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), não tem o poder de dar continuidade ao processo de impeachment: "O ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio Mello, declarou que o presidente da Câmara só pode apresentar um parecer. O pedido deverá ser analisado por uma comissão. E caberá a essa comissão aceitar ou não"

O presidente do PT em Alagoas, deputado federal Paulão, avaliou que a abertura do pedido de impeachment da presidente Dilma é um ato de retaliação; Paulão explicou que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), não tem o poder de dar continuidade ao processo de impeachment: "O ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio Mello, declarou que o presidente da Câmara só pode apresentar um parecer. O pedido deverá ser analisado por uma comissão. E caberá a essa comissão aceitar ou não"
O presidente do PT em Alagoas, deputado federal Paulão, avaliou que a abertura do pedido de impeachment da presidente Dilma é um ato de retaliação; Paulão explicou que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), não tem o poder de dar continuidade ao processo de impeachment: "O ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio Mello, declarou que o presidente da Câmara só pode apresentar um parecer. O pedido deverá ser analisado por uma comissão. E caberá a essa comissão aceitar ou não" (Foto: Voney Malta)
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Alagoas247 - O deputado Paulo Fernando dos Santos, o Paulão, presidente do PT em Alagoas, criticou o anúncio do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB), sobre a abertura do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), feito nesta quarta-feira (2). O deputado considera que a abertura do pedido é um ato de retaliação a votação contra o processo de Cunha.

O petista declarou que a iniciativa será questionada juridicamente. De acordo com Paulão, os deputados vinham discutindo e agindo com parcimônia no processo contra o deputado Eduardo Cunha. "No momento em que a bancada petista decidiu votar a favor da abertura contra o presidente, ele, como ato de retaliação, rapidamente admitiu que o processo de impeachment da presidente fosse ao plenário".

Em entrevista à Gazetaweb, Paulão explicou que Eduardo Cunha não tem o poder de dar continuidade ao processo de impeachment. "O ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio Mello, declarou que o presidente da Câmara só pode apresentar um parecer. O pedido deverá ser analisado por uma comissão. E caberá a essa comissão aceitar ou não".

Processo de impeachment

Nesta quarta-feira, o deputado Eduardo Cunha informou que autorizou a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Em pronunciamento, Cunha afirmou ter aceito pedido movido pelos juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Júnior, negou motivação política, mas enfatizou que o pedido respeitava a legislação.

A presidenta Dilma  Rousseff negou, em pronuncimento, "atos ilícitos" em sua gestão e afirmou que recebeu com "indignação" a decisão do peemedebista. Além disso, ela negou ter havido qualquer tipo de negociação com Cunha na tentativa de evitar o impeachment em troca de poupá-lo no Conselho de Ética.

Com gazetaweb.com

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