Presos fogem de delegacia em Canoas

Quatro detentos fugiram neste feriadão da Delegacia de Pronto Atendimento de Canoas (DPPA), na Região Metropolitana de Porto Alegre; eles serraram as grades das celas da carceragem e, para que os policiais não escutassem o barulho da ação, cantaram e batucaram dentro da carceragem, aproveitando o período de carnaval

Quatro detentos fugiram neste feriadão da Delegacia de Pronto Atendimento de Canoas (DPPA), na Região Metropolitana de Porto Alegre; eles serraram as grades das celas da carceragem e, para que os policiais não escutassem o barulho da ação, cantaram e batucaram dentro da carceragem, aproveitando o período de carnaval
Quatro detentos fugiram neste feriadão da Delegacia de Pronto Atendimento de Canoas (DPPA), na Região Metropolitana de Porto Alegre; eles serraram as grades das celas da carceragem e, para que os policiais não escutassem o barulho da ação, cantaram e batucaram dentro da carceragem, aproveitando o período de carnaval (Foto: Leonardo Lucena)
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Rio Grande do Sul 247 - Quatro detentos fugiram neste feriadão da Delegacia de Pronto Atendimento de Canoas (DPPA), na Região Metropolitana de Porto Alegre. Eles serraram as grades das celas da carceragem e, para que os policiais não escutassem o barulho da ação, cantaram e batucaram dentro da carceragem, aproveitando o período de carnaval.

"O que a gente tem certeza é de que eles realizaram essa cantoria para abafar o barulho dessa serra (...) Claro que chamou a atenção [a cantoria], e os policiais se deslocaram para pedir silêncio. Isso acabou acontecendo, pelo que foi apurado, mas, nesse momento, quando se inicia uma investigação, a gente sempre diz que nenhuma hipótese pode ser descartada”, afirmou o diretor do Departamento de Polícia Metropolitana, delegado Fábio Motta Lopes, à rádio Gaúcha.

Quatro agentes e a delegada plantonista estavam no local quando os detentos fugiram. Uma sindicância foi aberta com o objetivo de apurar as circunstâncias da fuga. Duas serras foram encontradas e uma das celas.

De acordo com o delegado, a polícia investiga se as serras podem ter entrado nas celas por meio de alimentos levados por familiares dos presos, se eram restos de obras realizadas no local, ou se houve facilitação.

A delegacia foi a mesma onde presos foram algemados no corrimão da calçada por conta de falta de vagas.

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