Prisco será suspenso do mandato de vereador

O presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Municipal, vereador Kiki Bispo (PTN), explica que enquanto Prisco estiver cumprindo a prisão preventiva (de 90 dias) sua situação política é de suspensão, e não de cassação; Prisco será cassado apenas se uma comissão processante for formada, avalie como válidas as denúncias do MPF, e 29 vereadores, maioria absoluta, votem a favor da cassação; os vereadores consideram 'pouco provável' que o colega seja cassado

O presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Municipal, vereador Kiki Bispo (PTN), explica que enquanto Prisco estiver cumprindo a prisão preventiva (de 90 dias) sua situação política é de suspensão, e não de cassação; Prisco será cassado apenas se uma comissão processante for formada, avalie como válidas as denúncias do MPF, e 29 vereadores, maioria absoluta, votem a favor da cassação; os vereadores consideram 'pouco provável' que o colega seja cassado
O presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Municipal, vereador Kiki Bispo (PTN), explica que enquanto Prisco estiver cumprindo a prisão preventiva (de 90 dias) sua situação política é de suspensão, e não de cassação; Prisco será cassado apenas se uma comissão processante for formada, avalie como válidas as denúncias do MPF, e 29 vereadores, maioria absoluta, votem a favor da cassação; os vereadores consideram 'pouco provável' que o colega seja cassado (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - Os vereadores de Salvador pedem 'cautela' para analisar a situação de Marco Prisco (PSDB), que está preso na Papuda, em Brasília, desde o último dia 18 por liderar a greve considerada ilegal da Polícia Militar (PM) em 2012 e que também liderou o movimento da semana passada, que teve duração de 48 horas. Por ora, entendimento é de que o vereador tucano deve ser suspenso.

O presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Municipal, vereador Kiki Bispo (PTN), explica que enquanto Prisco estiver cumprindo a prisão preventiva (de 90 dias) sua situação política é de suspensão, e não de cassação.

Segundo Kiki, o regimento interno da Casa dá esse direito ao tucano, que por meio de sua defesa tenta provar inocência das denúncias feitas pelo Ministério Público Federal (MPF) e acatadas pela Justiça Federal. O vereador é acusado de crimes contra a segurança nacional nas greves da PM de 2012 e 2014.

Kiki também esclareceu pontos referentes ao subsídio (salário) e verbas de gabinete, que serão suspensos juntos com o mandato. Enquanto a situação de Prisco é avaliada, a Câmara da capital baiana contará com 42 vereadores, fato que segundo Kiki não deverá apresentar problemas nas apreciações dos projetos.

"Caso haja empate o presidente Paulo Câmara pode votar", disse o vereador nesta semana em entrevista à rádio Sociedade da Bahia.

Prisco será cassado apenas se uma comissão processante for formada, avalie como válidas as denúncias do MPF, e 29 vereadores, maioria plena, votem a favor da cassação. Os vereadores consideram 'pouco provável' que o colega seja cassado. A primeira suplente de Prisco é a presidente da Limpurb, Kátia Alves, do DEM.

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