Privatização de hidrelétricas da Cemig deve ser revertida

A pressão da bancada mineira na Câmara dos Deputados para que as usinas hidrelétricas de Miranda, Jaguara e São Simão não sejam vendidas parece ter surtido efeito, porque, de acordo com o vice-líder da Câmara, deputado Fábio Ramalho (PMDB), os ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e de Minas e Energia, Fernando Bezerra Filho, concordaram em suspender os editais que preveem os leilões das usinas para setembro

A pressão da bancada mineira na Câmara dos Deputados para que as usinas hidrelétricas de Miranda, Jaguara e São Simão não sejam vendidas parece ter surtido efeito, porque, de acordo com o vice-líder da Câmara, deputado Fábio Ramalho (PMDB), os ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e de Minas e Energia, Fernando Bezerra Filho, concordaram em suspender os editais que preveem os leilões das usinas para setembro
A pressão da bancada mineira na Câmara dos Deputados para que as usinas hidrelétricas de Miranda, Jaguara e São Simão não sejam vendidas parece ter surtido efeito, porque, de acordo com o vice-líder da Câmara, deputado Fábio Ramalho (PMDB), os ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e de Minas e Energia, Fernando Bezerra Filho, concordaram em suspender os editais que preveem os leilões das usinas para setembro (Foto: Leonardo Lucena)
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Minas 247 - A pressão da bancada mineira na Câmara dos Deputados para que as usinas hidrelétricas de Miranda, Jaguara e São Simão não sejam vendidas e continuem sobe concessão da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) parece ter surtido efeito, porque, de acordo com o vice-líder da Câmara, deputado Fábio Ramalho (PMDB), os ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e de Minas e Energia, Fernando Bezerra Filho (PSB), concordaram em suspender os editais que preveem os leilões das usinas para setembro. A reunião entre os três aconteceu nesta quinta-feira (27).

“O ministro Meirelles entendeu que essa questão está ligada à história de Minas Gerais e tem uma importância estratégica para o estado. Por isso sustou os editais e uma nova negociação será feita entre a Cemig e os representantes do governo federal, com participação da ministra Grace Mendonça, da Advocacia-Geral da União (AGU), para chegar a um acordo interessante para as duas partes”, contou Ramalho.

Segundo ele, as novas negociações deverão ser homologadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Por meio de sua assessoria, o Ministério de Minas e Energia informou que o edital do leilão das hidrelétricas foi retirado, “temporariamente” da pauta da próxima reunião de diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O relato foi publicado no Estado de Minas.

Segundo o texto, a decisão foi tomada “tendo em vista que já está sendo discutido com o TCU (Tribunal de Contas da União) a melhor forma de incorporação de suas orientações, sem comprometimento da conclusão do processo de venda”.

 Em abril, uma portaria do MME autorizou a Aneel a relicitar as hidrelétricas até 30 de setembro.

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