'Processo criminal não deveria ser fonte de espetáculo público'

Juiz Federal em São Paulo, Ali Mazloum diz que a Lava Jato não pode descambar para injustiças e ilegalidades; “o Judiciário não pode, nem deve, deixar-se contaminar pela gritaria tumultuosa de reprovação ou descontentamento. Um processo criminal não deveria ser fonte de espetáculo público"; "O apelo da multidão ensandecida tem sido convincente na utilização do processo criminal como instrumento de tortura, servindo unicamente para legitimar condenações antecipadas", afirma

Juiz Federal em São Paulo, Ali Mazloum diz que a Lava Jato não pode descambar para injustiças e ilegalidades; “o Judiciário não pode, nem deve, deixar-se contaminar pela gritaria tumultuosa de reprovação ou descontentamento. Um processo criminal não deveria ser fonte de espetáculo público"; "O apelo da multidão ensandecida tem sido convincente na utilização do processo criminal como instrumento de tortura, servindo unicamente para legitimar condenações antecipadas", afirma
Juiz Federal em São Paulo, Ali Mazloum diz que a Lava Jato não pode descambar para injustiças e ilegalidades; “o Judiciário não pode, nem deve, deixar-se contaminar pela gritaria tumultuosa de reprovação ou descontentamento. Um processo criminal não deveria ser fonte de espetáculo público"; "O apelo da multidão ensandecida tem sido convincente na utilização do processo criminal como instrumento de tortura, servindo unicamente para legitimar condenações antecipadas", afirma (Foto: Roberta Namour)

247 – Para o juiz Federal em São Paulo, Ali Mazloum, a Lava Jato não pode descambar para injustiças e ilegalidades: “O apelo da multidão ensandecida tem sido convincente na utilização do processo criminal como instrumento de tortura, servindo unicamente para legitimar condenações antecipadas. Não interessam os fatos, mas a pessoa. O juiz natural desaparece e cede lugar ao tartufo togado”, afirma.

Segundo ele, o Judiciário não pode, nem deve, deixar-se contaminar pela gritaria tumultuosa de reprovação ou descontentamento. “Um processo criminal não deveria ser fonte de espetáculo público", diz (leia aqui).

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