Produção industrial baiana caiu 12% em um ano

Dados da Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física Regional, do IBGE, revelam que entre janeiro de 2014 e janeiro deste ano, a produção industrial da Bahia teve queda de 12,4%, segunda mais acentuada os 14 estados que participam do levantamento; o segmento de refino de petróleo e biocombustíveis sofreu retração de -50,7%; queda é puxada também pelos segmentos de equipamentos de informática (-75,7%), metalurgia (-21,6%), bebidas (-17%), minerais não metálicos (-13,5%) e produtos químicos (-2,4%)

Dados da Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física Regional, do IBGE, revelam que entre janeiro de 2014 e janeiro deste ano, a produção industrial da Bahia teve queda de 12,4%, segunda mais acentuada os 14 estados que participam do levantamento; o segmento de refino de petróleo e biocombustíveis sofreu retração de -50,7%; queda é puxada também pelos segmentos de equipamentos de informática (-75,7%), metalurgia (-21,6%), bebidas (-17%), minerais não metálicos (-13,5%) e produtos químicos (-2,4%)
Dados da Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física Regional, do IBGE, revelam que entre janeiro de 2014 e janeiro deste ano, a produção industrial da Bahia teve queda de 12,4%, segunda mais acentuada os 14 estados que participam do levantamento; o segmento de refino de petróleo e biocombustíveis sofreu retração de -50,7%; queda é puxada também pelos segmentos de equipamentos de informática (-75,7%), metalurgia (-21,6%), bebidas (-17%), minerais não metálicos (-13,5%) e produtos químicos (-2,4%) (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - Dados da Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física Regional (PIMPF-R), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelam que entre janeiro de 2014 e o mesmo mês deste ano, a produção industrial da Bahia teve queda de 12,4%, segunda mais acentuada os 14 estados que participam do levantamento.

Apenas cinco dos 11 segmentos industriais baianos apresentaram resultados positivos: veículos automotores (145,2%, principal contribuição positiva sobre o total da indústria, influenciada não só pela maior fabricação de automóveis, mas pela base de comparação deprimida, uma vez que o setor recuou 61,4% em janeiro de 2014), celulose e papel (16,5%), couro e calçados (9,3%, maior produção de tênis de material sintético), alimentos (4,6%, aumento na produção de tortas, bagaços, farelos e outros resíduos da extração do óleo de soja, óleo de soja refinado e bruto), e borracha e plástico (1,4%).

Na contramão, o segmento de refino de petróleo e biocombustíveis sofreu retração de -50,7%, influenciado pela redução na fabricação dos itens óleo diesel, óleos combustíveis, naftas para petroquímica, gasolina automotiva e gás liquefeito de petróleo (GLP).

O ritmo da produção industrial baiana é puxado para baixo também pelos segmentos de equipamentos de informática (-75,7%), metalurgia (-21,6%, por causa da menor produção de barras, perfis e vergalhões e ligas de cobre), bebidas (-17%, devido à menor produção de cervejas, chope e refrigerantes), minerais não metálicos (-13,5%, elementos pré-fabricados para construção civil de cimento ou concreto e massa de concreto) e produtos químicos (-2,4%, após redução na produção de policloreto de vinila (PVC), amoníaco, butadieno não-saturado e ureia).

A Superintendência de Desenvolvimento Industrial da Federação das Indústrias do Estado (SDI/Fieb) observa o cenário como reflexo de uma conjuntura doméstica de retração e de um mercado internacional ainda debilitado.

A análise do setor conclui que não há elementos para uma recuperação expressiva da indústria nacional. A estimativa de mercado é queda da atividade industrial de 1,38%, conforme relatório do Banco Central, com recuperação em 2016.

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