Professores anunciam greve em Alagoas

O Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Alagoas (Sinteal) anuncia greve para a próxima segunda (17). Professores reclamam da falta de diálogo com o governo tucano que descarta qualquer aumento real para o funcionalismo. "Esse descaso do governo é um absurdo; precisamos realinhar a tabela. Temos recursos próprios e lei própria que nos beneficiam, mas esta não é cumprida pelo Estado", critica a presidente do Sinteal, Maria Consuelo

O Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Alagoas (Sinteal) anuncia greve para a próxima segunda (17). Professores reclamam da falta de diálogo com o governo tucano que descarta qualquer aumento real para o funcionalismo. "Esse descaso do governo é um absurdo; precisamos realinhar a tabela. Temos recursos próprios e lei própria que nos beneficiam, mas esta não é cumprida pelo Estado", critica a presidente do Sinteal, Maria Consuelo
O Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Alagoas (Sinteal) anuncia greve para a próxima segunda (17). Professores reclamam da falta de diálogo com o governo tucano que descarta qualquer aumento real para o funcionalismo. "Esse descaso do governo é um absurdo; precisamos realinhar a tabela. Temos recursos próprios e lei própria que nos beneficiam, mas esta não é cumprida pelo Estado", critica a presidente do Sinteal, Maria Consuelo (Foto: Voney Malta)
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Alagoas247 - O Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Alagoas (Sinteal) anunciou, na manhã desta terça-feira (11), que os professores vão entrar em greve na próxima semana. A partir de segunda (17), a categoria para as atividades devido à falta de diálogo com o governo, que, inclusive, descartou qualquer aumento real para o funcionalismo público durante este ano. A categoria diz que é "inadmissível" não haver reajuste porque a Educação tem lei e recursos próprios.

Segundo a presidente do Sinteal, Maria Consuelo, o prejuízo causado pelo poder público é enorme e seus representantes lançam mão da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) quando os professores reivindicam os direitos que "se perderam" ao longo do tempo. Consuelo frisa, entretanto, que é preciso ter responsabilidade educacional e que os trabalhadores sejam valorizados, pois não há motivação para que o servidor se mantenha na rede pública de ensino.

"Esse descaso do governo é um absurdo; precisamos realinhar a tabela. Temos recursos próprios e lei própria que nos beneficiam, mas esta não é cumprida pelo Estado. Conquistamos a isonomia, mas estamos perdendo poder de compra. Há recursos sobrando porque falta professor e os monitores não têm carreira", explicou Consuelo ao citar que a paralisação é nacional, tem início na segunda e segue até a quarta (19), podendo se estender até sexta, em Alagoas.

Na oportunidade, a presidente ainda rebateu as declarações do secretário de Gestão Pública, Alexandre Lages, quanto ao fechamento das contas no ano de 2014, para os servidores da segurança e educação. A sindicalista alegou já ter tomado conhecimento da situação, ressaltando que é inadmissível a falta de aumento. "Nós temos recursos próprios e leis próprias e, além disso, temos direito a 8,32% de reajuste definido pela lei do piso salarial".

Em continuidade ao calendário de lutas da campanha salarial 2014, o sindicato realiza um ato de mobilização ainda nesta manhã, no Centro de Estudo e Pesquisas Aplicadas (Cepa), no Farol, para demonstrar a indignação em meio ao descaso do governo estadual.

Com gazetaweb.com

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