Professores municipais vão começar greve na terça-feira

Decisão foi tomada na manhã de hoje durante assembleia da categoria liderada pelo Sindicato Municipal dos Servidores da Educação de Goiânia (Simsed), no Cepal do Setor Sul; professores alegam que Paulo Garcia não cumpriu todos os pontos do acordo celebrado em 2014, não pagou a data-base retroativa e ainda cortou benefícios como quinquênios e gratificações; situação da prefeitura pode piorar porque outras categorias ameaçam entrar em greve. Os servidores da saúde não descartam paralisação assim como a Guarda Municipal

Decisão foi tomada na manhã de hoje durante assembleia da categoria liderada pelo Sindicato Municipal dos Servidores da Educação de Goiânia (Simsed), no Cepal do Setor Sul; professores alegam que Paulo Garcia não cumpriu todos os pontos do acordo celebrado em 2014, não pagou a data-base retroativa e ainda cortou benefícios como quinquênios e gratificações; situação da prefeitura pode piorar porque outras categorias ameaçam entrar em greve. Os servidores da saúde não descartam paralisação assim como a Guarda Municipal
Decisão foi tomada na manhã de hoje durante assembleia da categoria liderada pelo Sindicato Municipal dos Servidores da Educação de Goiânia (Simsed), no Cepal do Setor Sul; professores alegam que Paulo Garcia não cumpriu todos os pontos do acordo celebrado em 2014, não pagou a data-base retroativa e ainda cortou benefícios como quinquênios e gratificações; situação da prefeitura pode piorar porque outras categorias ameaçam entrar em greve. Os servidores da saúde não descartam paralisação assim como a Guarda Municipal (Foto: José Barbacena)
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Goiás 247 - Os professores municipais de Goiânia decretaram greve a partir da próxima terça-feira. A decisão foi tomada na manhã de hoje durante assembleia da categoria liderada pelo Sindicato Municipal dos Servidores da Educação de Goiânia (Simsed), no Cepal do Setor Sul.

O sindicato comunica que a partir de terça-feira escolas e Cmeis estarão de portas fechadas o início da paralisação será marcado com um protesto na Câmara Municipal, no começo da manhã. 

A relação do Simsed é com a prefeitura de Goiânia é conflituosa e o grupo é dissidente do Sintego, o outro sindicato da categoria. O Simsed também pede há quase dois anos a saída da secretária de Educação, Neyde Aparecida, que, mesmo após a greve do ano passado, quando os professores ocuparam o plenário da Câmara, foi  mantida no cargo pelo prefeito Paulo Garcia.

Os professores alegam que a prefeitura não cumpriu todos os pontos do acordo celebrado em 2014, não pagou a data-base retroativa e ainda cortou benefícios como quinquênios e gratificações.

A situação de Paulo Garcia pode piorar porque outras categorias ameaçam entrar em greve. Os servidores da saúde não descartam paralisação assim como a Guarda Municipal. O principal descontentamento é porque a prefeitura já avisou que não vai pagar a data-base retroativa a maio de 2014 e ainda quer parcelar a de 2015.

A categoria afirma que Paulo Garcia atropela a lei e promete entrar na Justiça para garantir seu direito. A prefeitura informa que está preparada para um batalha judicial.

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