Projeto prevê Corredor Bioceânico que liga Brasil, Chile e Argentina

Secretário dos Transportes do Rio Grande do Sul, Pedro Westphalen participou de congresso internacional que debate as perspectivas de desenvolvimento do Corredor Bioceânico Central; o projeto prevê a criação de uma rodoviária que liga Chile, Argentina e Brasil, e da hidrovia Paraguai-Paraná, rota de navegação comercial que passa pelos cinco países do rio da Prata; a rota, com ligação física da América do Sul, permitirá a comunicação interoceânica entre o Pacífico e o Atlântico; com traçado de 2.472 km, a obra está orçada em US$ 1,4 bilhão; a previsão de início ainda em 2016 e estima-se que seja concluída em 14 anos; "O corredor é fundamental na potencialização das hidrovias e para as rotas comerciais que envolvem os portos de Porto de Alegre e de Rio Grande"

Secretário dos Transportes do Rio Grande do Sul, Pedro Westphalen participou de congresso internacional que debate as perspectivas de desenvolvimento do Corredor Bioceânico Central; o projeto prevê a criação de uma rodoviária que liga Chile, Argentina e Brasil, e da hidrovia Paraguai-Paraná, rota de navegação comercial que passa pelos cinco países do rio da Prata; a rota, com ligação física da América do Sul, permitirá a comunicação interoceânica entre o Pacífico e o Atlântico; com traçado de 2.472 km, a obra está orçada em US$ 1,4 bilhão; a previsão de início ainda em 2016 e estima-se que seja concluída em 14 anos; "O corredor é fundamental na potencialização das hidrovias e para as rotas comerciais que envolvem os portos de Porto de Alegre e de Rio Grande"
Secretário dos Transportes do Rio Grande do Sul, Pedro Westphalen participou de congresso internacional que debate as perspectivas de desenvolvimento do Corredor Bioceânico Central; o projeto prevê a criação de uma rodoviária que liga Chile, Argentina e Brasil, e da hidrovia Paraguai-Paraná, rota de navegação comercial que passa pelos cinco países do rio da Prata; a rota, com ligação física da América do Sul, permitirá a comunicação interoceânica entre o Pacífico e o Atlântico; com traçado de 2.472 km, a obra está orçada em US$ 1,4 bilhão; a previsão de início ainda em 2016 e estima-se que seja concluída em 14 anos; "O corredor é fundamental na potencialização das hidrovias e para as rotas comerciais que envolvem os portos de Porto de Alegre e de Rio Grande" (Foto: Leonardo Lucena)

Rio Grande do Sul 247 - A Secretaria dos Transportes (ST) do Rio Grande do Sul participou nesta terça-feira (19) de congresso internacional que debate as perspectivas de desenvolvimento do Corredor Bioceânico Central. O projeto prevê a criação de uma rodoviária que liga Chile, Argentina e Brasil, e da hidrovia Paraguai-Paraná, rota de navegação comercial que passa pelos cinco países do rio da Prata. A rota, com ligação física da América do Sul, permitirá a comunicação interoceânica entre o Pacífico e o Atlântico. Com traçado de 2.472 quilômetros, a obra orçada em US$ 1,4 bilhão. A previsão de início ainda em 2016 e término em 2030. O debate A Jornada Corredor Bioceánico Central y La Hidrovia Paraguay-Paraná ocorreu na sede do governo da província de Santa Fé, na Argentina.

"O corredor é fundamental na potencialização das hidrovias e para as rotas comerciais que envolvem os portos de Porto de Alegre e de Rio Grande", afirmou o secretário estadual dos Transportes, Pedro Westphalen.

A jornada foi dividida em dois painéis: no primeiro, amparou temas sobre os desafios do transporte e a produção da Região Central argentina; no segundo, tratou da infraestrutura e intermodalidade para o desenvolvimento dessa região. Outros temas avaliados foram a aproximação da Região Central da Região Norte Grande Argentina, o desenvolvimento do transporte hidroviário nacional e a otimização das infraestruturas de cooperação com as instâncias do governo argentino.

Segundo o projeto, o corredor, de quase 2,5 mil km, começa na IV Região de Coquimbo, Norte do Chile, passando pelas províncias argentinas de San Juan, La Rioja, Córdoba, Santa Fé, Entre Rios e Corrientes, até chegar a Porto Alegre.

A efetivação da rota depende da construção de um túnel no Passo da Água Negra, sob a Cordilheira dos Andes, que ligará o Chile e a Argentina - obra orçada em US$ 1,4 bilhão, com previsão de início ainda em 2016. E de melhorias na ponte internacional que liga o município argentino de Paso de Los Libres a Uruguaiana. 

Carta de intenções

Durante o congresso, também foi assinada uma carta de intenções com representantes do Chile, Argentina, Paraguai, Uruguai e Brasil para que questões burocráticas, cambiais e aduaneiras sejam simplificadas entre os envolvidos. A participação do Rio Grande do Sul no fortalecimento do Mercosul é uma determinação do governador José Ivo Sartori.

Participaram do congresso o governador de Santa Fé, Miguel Lifschitz; o secretário-geral CFO, Juan José Ciácera; o governador de Córdoba, Juan Schiaretti; o governador de Entre Rios, Gustavo Bordet; o diretor-geral de Relaciones Institucionales del Ministerio de Relaciones Exteriores y Culto, Sérgio Canu; o secretário Executivo do Codesul no Paraná-Brasil, Antônio Carlos Bettega; o secretário de Gobierno de Relaciones Internacionales e Integración, Niro Roldán; o secretário de Integración Regional y Relaciones Internacionales de La Provincia de Córdoba, Carlos Alesandri; o presidente Ente Região de Centro de Integración Regional de la Provincia de Entre Rios, Pablo Alejandro Biaggini; e o Ministro de Infraestructura de la Provincia de Santa Fé, José León Garibay.

*Com informações de assessoria

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