Promotores investigam corrupção na gestão de Dória

Os promotores de Justiça do Gaeco e do Patrimônio Público e Social da Capital Neudival Mascarenhas, Letícia Ravacci e José Carlos Blat. fizeram busca e apreensão na casa de Denise Abreu, ex-diretora do Ilume (departamento de iluminação pública do município de São Paulo) e as instalações do Ilume por causa de um escândalo que estourou em que Denise demonstrava preferência por um dos consórcios na disputa pelo contrato da maior PPP de iluminação do mundo; o contrato é de R$ 7 bilhões com validade de 20 anos

Os promotores de Justiça do Gaeco e do Patrimônio Público e Social da Capital Neudival Mascarenhas, Letícia Ravacci e José Carlos Blat. fizeram busca e apreensão na casa de Denise Abreu, ex-diretora do Ilume (departamento de iluminação pública do município de São Paulo) e as instalações do Ilume por causa de um escândalo que estourou em que Denise demonstrava preferência por um dos consórcios na disputa pelo contrato da maior PPP de iluminação do mundo; o contrato é de R$ 7 bilhões com validade de 20 anos
Os promotores de Justiça do Gaeco e do Patrimônio Público e Social da Capital Neudival Mascarenhas, Letícia Ravacci e José Carlos Blat. fizeram busca e apreensão na casa de Denise Abreu, ex-diretora do Ilume (departamento de iluminação pública do município de São Paulo) e as instalações do Ilume por causa de um escândalo que estourou em que Denise demonstrava preferência por um dos consórcios na disputa pelo contrato da maior PPP de iluminação do mundo; o contrato é de R$ 7 bilhões com validade de 20 anos (Foto: Leonardo Lucena)

SP 247 - Os promotores de Justiça do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) e do Patrimônio Público e Social da Capital Neudival Mascarenhas, Letícia Ravacci e José Carlos Blat. fizeram nesta quarta-feira (2) busca e apreensão na casa de Denise Abreu, ex-diretora do Ilume (departamento de iluminação pública do município de São Paulo) e as instalações do Ilume por causa de um escândalo que estourou em março quando vieram a público gravações em que Denise demonstrava preferência por um dos consórcios na disputa pelo contrato da maior Parceria Público Privada (PPP) de iluminação do mundo. O contrato é de R$ 7 bilhões com validade de 20 anos.

Segundo o comunicado do Ministério Público (MP-SP), "os promotores investigam pagamento de vantagens indevidas a exfuncionários do Ilume e já recomendaram a suspensão e posterior rescisão do contrato subscrito recentemente entre a administração municipal de São Paulo e o consórcio FM Rodrigues, vencedor da licitação da PPP (Parceria Público-Privada) da iluminação pública".

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