Promotoria de Justiça de Itarema deflagra “Operação Fantasma”

Operação deflagrada pelo Ministério Público do Estado do Ceará investiga crimes de peculato, falsificação de documento público, de documento particular e falsificação ideológica na Câmara Municipal do município de Itarema. Segundo a promotora de Justiça de Itarema, Mayara Menezes Muniz, a investigação detectou a existência de pessoa que, sem o seu próprio consentimento, mantinha vínculo empregatício com a Câmara Municipal, mas que nunca desempenhou a função

Operação deflagrada pelo Ministério Público do Estado do Ceará investiga crimes de peculato, falsificação de documento público, de documento particular e falsificação ideológica na Câmara Municipal do município de Itarema. Segundo a promotora de Justiça de Itarema, Mayara Menezes Muniz, a investigação detectou a existência de pessoa que, sem o seu próprio consentimento, mantinha vínculo empregatício com a Câmara Municipal, mas que nunca desempenhou a função
Operação deflagrada pelo Ministério Público do Estado do Ceará investiga crimes de peculato, falsificação de documento público, de documento particular e falsificação ideológica na Câmara Municipal do município de Itarema. Segundo a promotora de Justiça de Itarema, Mayara Menezes Muniz, a investigação detectou a existência de pessoa que, sem o seu próprio consentimento, mantinha vínculo empregatício com a Câmara Municipal, mas que nunca desempenhou a função (Foto: Rodrigo Rocha)

Ceará 247 - O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), por meio da Promotoria de Justiça de Itarema, deflagrou, na última quarta-feira (19/04), a “Operação Fantasma” que investiga crimes de peculato, falsificação de documento público, de documento particular e falsificação ideológica na Câmara Municipal de Itarema.

A ação aconteceu com o apoio das Polícias Civil e Militar e cumpriu um mandado de busca e apreensão, que foi expedido pelo juiz titular da Comarca de Itarema com o objetivo de investigar suposto esquema de “servidores fantasmas” na gestão da Câmara Municipal.

Segundo a promotora de Justiça de Itarema, Mayara Menezes Muniz, a investigação detectou a existência de pessoa que, sem o seu próprio consentimento, mantinha vínculo empregatício com a Câmara Municipal, mas que nunca desempenhou a função.

Conheça a TV 247

Mais de Geral

Ao vivo na TV 247 Youtube 247