Propina em Pasadena foi para operador de Serra

A compra da famosa refinaria de Pasadena pela Petrobras pode ter gerado propinas para ninguém menos que Gregório Marin Preciado, operador do senador José Serra (PSDB-SP), que atuou nas privatizações das telecomunicações e que, desde o governo FHC, mantinha influência sobre a área internacional da estatal. É o que aponta reportagem do jornalista Fausto Macedo, publicada nesta terça-feira; o valor das propinas somaria R$ 3,2 milhões

A compra da famosa refinaria de Pasadena pela Petrobras pode ter gerado propinas para ninguém menos que Gregório Marin Preciado, operador do senador José Serra (PSDB-SP), que atuou nas privatizações das telecomunicações e que, desde o governo FHC, mantinha influência sobre a área internacional da estatal. É o que aponta reportagem do jornalista Fausto Macedo, publicada nesta terça-feira; o valor das propinas somaria R$ 3,2 milhões
A compra da famosa refinaria de Pasadena pela Petrobras pode ter gerado propinas para ninguém menos que Gregório Marin Preciado, operador do senador José Serra (PSDB-SP), que atuou nas privatizações das telecomunicações e que, desde o governo FHC, mantinha influência sobre a área internacional da estatal. É o que aponta reportagem do jornalista Fausto Macedo, publicada nesta terça-feira; o valor das propinas somaria R$ 3,2 milhões (Foto: Leonardo Attuch)

247 – A compra da famosa refinaria de Pasadena pela Petrobras pode ter gerado propinas para ninguém menos que Gregório Marin Preciado, operador do senador José Serra (PSDB-SP), que atuou nas privatizações das telecomunicações e que, desde o governo FHC, mantinha influência sobre a área internacional da estatal. É o que aponta reportagem do jornalista Fausto Macedo, publicada nesta terça-feira.

"Os investigadores da Lava Jato identificaram transações financeiras entre o empresário José Amaro Pinto Ramos e uma prima do senador José Serra (PSDB-SP), Vicencia Talan – casada com Gregório Marin Preciado, suspeito de intermediar pagamentos indevidos a políticos. Pinto Ramos é apontado pelo ex-presidente da Odebrecht Pedro Novis como intermediário de repasse de R$ 4,5 milhões ao senador entre 2006 e 2007. O tucano nega qualquer relação comercial com os citados", informa Fausto Macedo, no Estado de S. Paulo.

"O Estado apurou que dados sobre as transações financeiras entre a empresa da prima de Serra e a de Pinto Ramos serão requeridos pelos investigadores em Brasília no inquérito que investiga se o senador paulista recebeu propina da Odebrecht. As informações constam de um laudo pericial produzido pela Polícia Federal no inquérito que apura a compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, pela Petrobrás. O marido da prima de Serra é suspeito de operar o pagamento de propina na compra de Pasadena", diz ainda a reportagem. "A offshore Iberbrás está em nome de Vicencia Talan, mas é administrada por Preciado. Segundo informações obtidas na Espanha pela Operação Lava Jato, há transferências que somam 572 mil euros e outros US$ 258 mi, entre 2007 e 2008. Em valores atualizados o valor alcança R$ 3,2 milhões."

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