Protesto de terceirizados trava acesso a refinaria

A Petrobras poderá ter suas contas bancárias bloqueadas caso descumpra a decisão judicial e não pague, em até 48 horas, os débitos trabalhistas da Alumini Engenharia, que trabalha na implantação da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco; os funcionários alegam atrasos de salários e benefícios; por conta dos atrasos, outros seis mil funcionários da Alusa também entraram com pedido de rescisão indireta do contrato de trabalho; trabalhadores terceirizados da refinaria bloquearam hoje o acesso ao complexo e pelo menos sete foram detidos pela polícia

A Petrobras poderá ter suas contas bancárias bloqueadas caso descumpra a decisão judicial e não pague, em até 48 horas, os débitos trabalhistas da Alumini Engenharia, que trabalha na implantação da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco; os funcionários alegam atrasos de salários e benefícios; por conta dos atrasos, outros seis mil funcionários da Alusa também entraram com pedido de rescisão indireta do contrato de trabalho; trabalhadores terceirizados da refinaria bloquearam hoje o acesso ao complexo e pelo menos sete foram detidos pela polícia
A Petrobras poderá ter suas contas bancárias bloqueadas caso descumpra a decisão judicial e não pague, em até 48 horas, os débitos trabalhistas da Alumini Engenharia, que trabalha na implantação da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco; os funcionários alegam atrasos de salários e benefícios; por conta dos atrasos, outros seis mil funcionários da Alusa também entraram com pedido de rescisão indireta do contrato de trabalho; trabalhadores terceirizados da refinaria bloquearam hoje o acesso ao complexo e pelo menos sete foram detidos pela polícia (Foto: Paulo Emílio)

Pernambuco 247 - A Petrobras poderá ter suas contas bancárias bloqueadas caso descumpra a decisão judicial e não pague, em até 48 horas, os débitos trabalhistas da Alumini Engenharia, que trabalha na implantação da Refinaria Abreu e Lima (Rnest), no Complexo Industrial e Portuário de Suape, em Pernambuco. Os funcionários alegam atrasos de salários e benefícios pelo fato da estatal não estar horando os pagamentos contratuais com a Alumini. Por conta dos atrasos, outros seis mil funcionários da Alusa também entraram com pedido de rescisão indireta do contrato de trabalho.

Nesta quinta-feira (20), os trabalhadores terceirizados da Rnest realizaram um protesto e bloquearam o acesso ao complexo cobrando a regularização dos atrasados. Pelo menos sete pessoas foram detidas pela polícia. 

A 1ª Vara do Trabalho de Ipojuca havia determinado anteriormente que a Petrobras repassasse os valores referente aos salários dos funcionários das empresas terceirizadas até esta segunda-feira (17), o que não foi cumprido pela estatal. A multa diária estabelecida em caso de descumprimento da decisão judicial é de R$ 100 mil. Nesta quarta-feira (19), os trabalhadores realizaram um protesto pelas ruas do Recife cobrando o pagamento dos atrasados.

Já os terceirizados da Alusa, outra empresa terceirizada que atua nas obras da Rnest também cobram o pagamento de salários atrasados e, em protesto pela situação, bloquearam o tráfego de veículos nas rodovias PE-60 e PE-09, que dão acesso ao Complexo de Suape. Pelo menos sete pessoas foram detidas pela Polícia Militar durante a manifestação realizada no início da manhã desta quinta-feira (20).

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