“Protesto em frente à casa de Teori é um absurdo sem limites“, diz deputada

A deputada federal Jô Moraes (PCdoB/MG) comentou em discurso nesta quarta (23) o impacto dos atentados terroristas na Bélgica e acontecimentos de "pura irracionalidade" que têm marcado a vida política brasileira; "Me assusta quando vejo um pronunciamento da maturidade do ministro Teori Zavascki que, ao recolocar a investigação, a fiscalização e o combate à corrupção nos trilhos da legislação vigente, retoma os direitos constitucionais necessários, não barrando a investigação, mas sim impulsionando e garantindo a investigação. Quando se vê essa atitude de defesa do Estado brasileiro, de repente a intolerância se expressa nas ruas, nas casas e em frente à residência do ministro Teori Zavascki. Isso é um absurdo sem limites”, afirmou

A deputada federal Jô Moraes (PCdoB/MG) comentou em discurso nesta quarta (23) o impacto dos atentados terroristas na Bélgica e acontecimentos de "pura irracionalidade" que têm marcado a vida política brasileira; "Me assusta quando vejo um pronunciamento da maturidade do ministro Teori Zavascki que, ao recolocar a investigação, a fiscalização e o combate à corrupção nos trilhos da legislação vigente, retoma os direitos constitucionais necessários, não barrando a investigação, mas sim impulsionando e garantindo a investigação. Quando se vê essa atitude de defesa do Estado brasileiro, de repente a intolerância se expressa nas ruas, nas casas e em frente à residência do ministro Teori Zavascki. Isso é um absurdo sem limites”, afirmou
A deputada federal Jô Moraes (PCdoB/MG) comentou em discurso nesta quarta (23) o impacto dos atentados terroristas na Bélgica e acontecimentos de "pura irracionalidade" que têm marcado a vida política brasileira; "Me assusta quando vejo um pronunciamento da maturidade do ministro Teori Zavascki que, ao recolocar a investigação, a fiscalização e o combate à corrupção nos trilhos da legislação vigente, retoma os direitos constitucionais necessários, não barrando a investigação, mas sim impulsionando e garantindo a investigação. Quando se vê essa atitude de defesa do Estado brasileiro, de repente a intolerância se expressa nas ruas, nas casas e em frente à residência do ministro Teori Zavascki. Isso é um absurdo sem limites”, afirmou (Foto: Valter Lima)

247 - “O que mais me assusta é pensar que o terrorismo nasce no ventre da intolerância, nasce no ventre da irracionalidade, da ausência de política, e atinge vítimas cotidianamente”, afirmou hoje (23) em discurso da tribuna da Câmara, a deputada federal Jô Moraes (PCdoB/MG) ao comentar o impacto dos atentados terroristas na Bélgica e acontecimentos de pura irracionalidade e que têm marcado a vida política brasileira nos últimos tempos.

“Digo isso porque também me assusta quando vejo um pronunciamento da maturidade do ministro Teori Zavascki que, ao recolocar a investigação, a fiscalização e o combate à corrupção nos trilhos da legislação vigente, retoma os direitos constitucionais necessários, não barrando a investigação, mas sim impulsionando e garantindo a investigação. Quando se vê essa atitude de defesa do Estado brasileiro, de repente a intolerância se expressa nas ruas, nas casas e em frente à residência do ministro Teori Zavascki. Isso é um absurdo sem limites”, afirmou.

Jô Moraes se referiu à decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal de passar para a esfera do STF as investigações contra o ex-presidente Lula e determinar sigilo em gravações. O que inviabilizou entendimento anterior do ministro Gilmar Mendes que manteve com o juiz Sérgio Moro os processos contra Lula. Diante do despacho de Teori Zavascki, um grupo favorável ao impeachment da presidente Dilma e à prisão de Lula passou noite e madrugada protestando em frente à residência do ministro do Supremo.

A parlamentar também condenou a proposta de impeachment da presidente Dilma Rousseff. “Ela é uma das mulheres mais íntegras, uma das políticas mais íntegras deste País. Por isso que eu faço um apelo. Vamos ter a tranquilidade de levar este País cumprindo a legislação. Vamos respeitar o que determina a Constituição. Vamos cuidar do nosso País porque isso é preciso. Não vai ter golpe!”, pontuou.

Discurso

Eis a íntegra do pronunciamento da deputada federal Jô Moraes que teve início com uma referência especial ao deputado Carlos Manato, escolhido para conduzir ad hoc os trabalhos da sessão legislativa:

“Deputado Carlos Manato, esta Casa tem sempre a marca da Presidência ad hoc de Vossa Excelência que tem o rigor com o Regimento e tem a flexibilidade com a construção política das representações aqui.

Deputado que foi parceiro em uma comissão de Saúde e Seguridade e, nos momentos mais delicados e mais difíceis daquela Comissão, num projeto relacionado com os direitos das mulheres, cumpriu a função com grande sensibilidade e firmeza. Por isso eu sempre tenho satisfação em falar sob sua Presidência.

Cumprimento aqui a nossa querida colega eputada Perpétua Almeida, do Acre, que hoje cumpre uma função excepcional no Ministério da Defesa, contribuindo para que se formulem políticas de defesa, de soberania, mas também de desenvolvimento industrial.

Eu quero dizer que especialmente hoje eu fui muito impactada pelas cenas do atentado terrorista na Bélgica.

Digo aos senhores e às senhoras que o que mais me assustou é pensar que o terrorismo nasce no ventre da intolerância, nasce no ventre da irracionalidade, da ausência de política, e atinge vítimas cotidianamente.

Digo isso porque também me assusta quando vejo um pronunciamento da maturidade do ministro Teori Zavascki que, ao recolocar a investigação, a fiscalização e o combate à corrupção nos trilhos da legislação vigente, retoma os direitos constitucionais necessários, não barrando a investigação, mas sim impulsionando e garantindo a investigação.

Quando se vê essa atitude de defesa do Estado Brasileiro, de repente a intolerância se expressa nas ruas, na casa em frente à residência do Ministro Teori Zavascki. Isso é um absurdo sem limites.

Nós estamos em um País, em que esta Casa e as instituições do Estado brasileiro têm que garantir, têm que reforçar um pacto de defesa dos direitos constitucionais.

Nós estamos aqui vendo uma proposta de impeachment a uma Presidente. O impeachment sim tem previsão constitucional.
O impeachment tem previsão constitucional, mas um impeachment é um ato ensandecido de alguém que quer ganhar porque não ganhou nas urnas. O impeachment tem previsão constitucional quando se recebe uma denúncia, se prova e se confirma que houve um crime de responsabilidade. Eles investigam, os jornais divulgam, e não se acha nada contra a Presidente Dilma.

Aliás, ela é uma das mulheres mais íntegras, uma das políticas mais íntegras deste País. Por isso que eu faço um apelo. Vamos ter a tranquilidade de levar este País cumprindo a legislação. Vamos respeitar o que determina a Constituição. Vamos cuidar do nosso País porque isso é preciso. Não vai ter golpe!”

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