Protestos em Pernambuco devem mobilizar 50 mil

O Dia Nacional de Lutas com Greves e Paralisações, organizado pelas principais centrais sindicais e que será realizado, nesta quinta-feira (11), em diversas cidades do Brasil, pretende mobilizar 50 mil trabalhadores na Região Metropolitana do Recife (RMR); somente no centro do Recife, a expectativa é de que cerca de 10 mil pessoas participem da manifestação; já no Complexo Industrial e Portuário de Suape, na RMR, as centrais esperam mobilizar 40 mil trabalhadores; além das entidades sindicais, mais de 40 instituições sociais devem aderir ao movimento

Protestos em Pernambuco devem mobilizar 50 mil
Protestos em Pernambuco devem mobilizar 50 mil (Foto: Flavio Alves/AImagem/Futura Pres)

PE247 – O Dia Nacional de Lutas com Greves e Paralisações, organizado pelas principais centrais sindicais e que será realizado, nesta quinta-feira (11) em diversas cidades do Brasil, pretende mobilizar 50 mil trabalhadores na Região Metropolitana do Recife (RMR). Somente no centro do Recife, a expectativa é de que cerca de 10 mil pessoas participem da manifestação nas ruas da capital pernambucana. Já no Complexo Industrial e Portuário de Suape, na RMR, as centrais esperam mobilizar 40 mil, dos cerca de 55 mil profissionais que trabalham no local. Além das entidades sindicais, mais de 40 instituições sociais devem aderir ao movimento.

Na capital pernambucana, o início da concentração será na Praça do Derby, região central da cidade, às 14h. Em seguida, os manifestantes seguirão para a Avenida Conde da Boa Vista e, depois, passarão pela Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). O ato deverá terminar na Avenida Guararapes, também no centro do Recife. Em Suape, a mobilização terá início às 7h da manhã.

As manifestações estão sendo organizadas pelas centrais sindicais Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB), Força Sindical, Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), Central Única dos Trabalhadores (CUT) e União Geral de Trabalhadores (UGT).

Os trabalhadores reivindicam o fim do fator previdenciário, redução da jornada de trabalho de 44  para 40 horas semanais, mais investimentos em saúde, educação e transporte público, fim dos leilões do petróleo, reforma agrária e a derrubada do projeto 4330, que estimula a terceirização, e que, segundo os sindicatos, implica na demissão de vários profissionais dos seus empregos. 

 

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