Próximo a Aécio, Campos esfria relação com Dilma

Um dia antes do primeiro encontro entre o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, e a presidente Dilma Rousseff, desde que o PSB deixou a base do governo petista, relação entre os dois é fria; presidenciável socialista faz críticas diárias à gestão federal e em defesa de mudanças, ao mesmo tempo em que se aproxima do principal candidato da oposição, o senador tucano Aécio Neves; na semana passada, os dois jantaram juntos no Rio de Janeiro, onde discutiram possíveis alianças estaduais; nesta segunda-feira, no entanto, Campos amenizou a distância com Dilma: "Ela será tratada como sempre foi: com muita atenção"

Um dia antes do primeiro encontro entre o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, e a presidente Dilma Rousseff, desde que o PSB deixou a base do governo petista, relação entre os dois é fria; presidenciável socialista faz críticas diárias à gestão federal e em defesa de mudanças, ao mesmo tempo em que se aproxima do principal candidato da oposição, o senador tucano Aécio Neves; na semana passada, os dois jantaram juntos no Rio de Janeiro, onde discutiram possíveis alianças estaduais; nesta segunda-feira, no entanto, Campos amenizou a distância com Dilma: "Ela será tratada como sempre foi: com muita atenção"
Um dia antes do primeiro encontro entre o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, e a presidente Dilma Rousseff, desde que o PSB deixou a base do governo petista, relação entre os dois é fria; presidenciável socialista faz críticas diárias à gestão federal e em defesa de mudanças, ao mesmo tempo em que se aproxima do principal candidato da oposição, o senador tucano Aécio Neves; na semana passada, os dois jantaram juntos no Rio de Janeiro, onde discutiram possíveis alianças estaduais; nesta segunda-feira, no entanto, Campos amenizou a distância com Dilma: "Ela será tratada como sempre foi: com muita atenção" (Foto: Gisele Federicce)
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Pernambuco 247 – Às vésperas do primeiro encontro presencial desde que o PSB deixou a base aliada do governo federal, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), e a presidente Dilma Rousseff (PT) mantêm uma relação distante e fria. Desde o anúncio de Campos de que seria candidato ao Planalto em 2014, as críticas à gestão do governo federal passaram a ser diárias, assim como o discurso de que são necessárias grandes mudanças no País.

Ao mesmo tempo, o presidente do PSB, agora ao lado da ex-senadora Marina Silva, que deverá ser vice em sua chapa, se aproxima do candidato a presidente pelo PSDB, o senador Aécio Neves. Na semana passada, os dois jantaram juntos no Rio de Janeiro, onde discutiram principalmente as possíveis alianças estaduais entre os dois partidos, num sinal de que podem estar se unindo em um projeto da oposição contra o governo do PT.

Campos, no entanto, minimiza a distância com Dilma. "Ela será tratada como sempre foi: com muita atenção", afirmou nesta segunda-feira 16, durante a inauguração de uma fábrica de margarina da BRF em Vitória de Santo Antão (PE). Segundo ele, o projeto nacional do PSB não afetará a relação "cordial, fraterna e institucional" que tem com a presidente. "Eu e Renata (a primeira-dama) estaremos no aeroporto para recebê-la, como sempre fizemos, para tratá-la com o respeito que sempre tivemos".

Mas é fato que o "respeito" citado por Campos não chega nem perto da relação que mantinha antes com a presidente, na condição de aliado. O encontro dos dois será em Pernambuco, onde Dilma cumpre agenda amanhã. A petista deverá anunciar investimentos para a mobilidade urbana na capital, Recife, e na região metropolitana.

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