PSB continua rachado em Minas Gerais

Mesmo após a reunião entre o presidente do PSB em Minas, deputado Júlio Delgado, e o pré-candidato do partido ao governo do estado, Apolo Heringer Lisboa, uma parte da sigla defende candidatura própria, e a outra apoio ao pré-candidato do PSDB, Pimenta da Veiga; "Temos um longo processo a cumprir. Vamos criar as coordenadorias regionais do PSB em todo o estado, discutindo, levando em consideração o nome de Apolo", afirmou Delgado 

Mesmo após a reunião entre o presidente do PSB em Minas, deputado Júlio Delgado, e o pré-candidato do partido ao governo do estado, Apolo Heringer Lisboa, uma parte da sigla defende candidatura própria, e a outra apoio ao pré-candidato do PSDB, Pimenta da Veiga; "Temos um longo processo a cumprir. Vamos criar as coordenadorias regionais do PSB em todo o estado, discutindo, levando em consideração o nome de Apolo", afirmou Delgado 
Mesmo após a reunião entre o presidente do PSB em Minas, deputado Júlio Delgado, e o pré-candidato do partido ao governo do estado, Apolo Heringer Lisboa, uma parte da sigla defende candidatura própria, e a outra apoio ao pré-candidato do PSDB, Pimenta da Veiga; "Temos um longo processo a cumprir. Vamos criar as coordenadorias regionais do PSB em todo o estado, discutindo, levando em consideração o nome de Apolo", afirmou Delgado  (Foto: Leonardo Lucena)

Minas 247 – Mesmo após a reunião entre o presidente estadual do PSB em Minas, deputado federal Júlio Delgado, e o pré-candidato do partido ao governo do estado, Apolo Heringer Lisboa, a legenda continua dividida quanto ao rumo que tomarão às vésperas do início da campanha eleitoral, em julho. Enquanto uma parte da sigla defende candidatura própria, a outra quer os socialistas apoiando o pré-candidato do PSDB, o ex-ministro das Comunicações Pimenta da Veiga.

"Temos um longo processo a cumprir. Vamos criar as coordenadorias regionais do PSB em todo o estado, discutindo, levando em consideração o nome de Apolo", afirmou Delgado em entrevista ao jornal Estado de Minas.

Em meio às especulações de que os presidenciáveis Eduardo Campos (PSB-PE), ex-governador de Pernambuco, e o senador Aécio Neves (PSDB-MG) teriam se comprometido em apoiar candidatos um do outro em seus respectivos estados, Heringer disse, que na última terça-feira (8), recebeu uma confirmação da cúpula nacional da Rede de que o acordo não existe;

Dois dias depois, o socialista reafirmou que o acordo é inexistente. "Minas tem o dobro dos votos de Pernambuco. Então, um acordo trocando um estado pelo outro é matematicamente falho e, politicamente falando, pior ainda", complementou.

Para Heringer, é preciso agilidade na pré-campanha. "Não podemos demorar tanto. Estamos em um processo político dinâmico. Felizmente, os outros candidatos, quanto mais aparecem, pior para eles", declarou.

O pré-candidato do PSB ao Executivo mineiro teve aval da sua correligionária e ex-ministra de Meio Ambiente Marina Silva, cotada para ser vice de Campos – ela também foi a mais votada em Belo Horizonte na disputa presidencial de 2010, quando integrava os quadros do PV.

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