PSB defende Diretas Já e é contra reformas de Temer

Encontro Estadual do PSB baiano fechou questão na defesa por eleições diretas para presidente da República; a presidente estadual do partido, senadora Lídice da Mata, disse que há um grande temor na base aliada do presidente Michel Temer quando se fala em Diretas Já; militantes também defenderam que integrantes do partido entreguem os cargos no governo Temer

Encontro Estadual do PSB baiano fechou questão na defesa por eleições diretas para presidente da República; a presidente estadual do partido, senadora Lídice da Mata, disse que há um grande temor na base aliada do presidente Michel Temer quando se fala em Diretas Já; militantes também defenderam que integrantes do partido entreguem os cargos no governo Temer
Encontro Estadual do PSB baiano fechou questão na defesa por eleições diretas para presidente da República; a presidente estadual do partido, senadora Lídice da Mata, disse que há um grande temor na base aliada do presidente Michel Temer quando se fala em Diretas Já; militantes também defenderam que integrantes do partido entreguem os cargos no governo Temer (Foto: Voney Malta)

Bahia 247 - O Partido Socialista Brasileiro realizou, neste sábado (27), Encontro Estadual para defender a realização de Eleições Diretas para presidente da República. O evento realizado na sede da União dos Municípios da Bahia (UPB) reuniu representantes do partido em 40 municípios como a senadora Lídice da Mata, os deputados Bebeto Galvão (federal), Ângelo Almeida e Fabiola Mansur (estaduais), alem de prefeitos, ex-prefeitos, vereadores e líderes comunitários, sindicais e de juventude.

Para a presidente estadual do PSB, senadora Lídice da Mata, há um grande temor na base aliada do presidente Michel Temer quando se fala em Diretas Já. "O que se vê é a construção de um acordo para que eles rirem do Congresso um nome de consenso.

A socialista defende que haja um movimento amplo, com grande apoio da sociedade, para viabilização das eleições diretas. "O novo presidente deve retomar o controle da Nação e pacificar o País", completou.

*Parlamentares* - O deputado federal Bebeto Galvão reforçou que o Governo Temer e seus aliados não têm mais condições de liderar projetos e reformas. "As eleições indiretas não irá resolver o problema. Se não for eleito por uma eleição direta será mais um governo ilegítimo e o PSB não vai participar", ressalta.

Já os deputados estaduais, Angelo Almeida e Fabiola Mansur, reiteraram a necessidade de queda do atual governo e da realização de eleições para que a população não continue sendo penalizadas com a perda de direitos, sobretudo trabalhistas. "Esses deputados e senadores não terão o que dizer em suas bases e dificilmente serão aprovados nas urnas", disse Ângelo que também alertou para a necessidade de renovação no Congresso.

Fabíola Mansur reforçou em seu discurso que o Brasil vive um novo momento, onde a sociedade não está unificada e a maioria dos parlamentares é contra as novas eleições. "A saída é a ocupação pacífica das ruas. O PSB precisa liderar esse movimento por Diretas por direitos; Diretas por uma reforma política, legitimando o voto popular", afirmou.

O ex-deputado federal Domingos Leonelli chamou de renascimento a decisão do PSB Nacional em fechar questão contra as reformas Trabalhista e da Previdência. Para ele, o atual movimento de Diretas Já é diferente daquele realizado nos anos 1980. "Aquela era uma saída para o fim da Ditadura e agora temos uma emergência política e social", disse.

Para o vereador de Salvador, Sílvio Humberto, "essa é uma das crises mais complexas que estamos enfrentando com o retrocesso marcado nas reformas. Para ele, a saída passa pelas Diretas Já, "mas a gente precisa envolver a população como em um jogo de futebol. Vamos precisar de esperança. A camisa das Diretas Já precisa ser a nossa segunda pele".

Fernando Schimidt ressaltou a importância da resistência do PSB da Bahia. "Os que não representam os ideais do partido é que devem sair em busca de uma nova sigla e não nós", disse.

Militância - Jaziel Carvalho, do PSB de Santaluz, município localizado na Região Sisaleira, defendeu que os integrantes do partido entreguem os cargos no governo Temer.
Com assessoria

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