PSB quer mostrar força da chapa Campos-Marina

O evento de lançamento da chapa presidencial do PSB, nesta segunda-feira (17), em Brasília, servirá para dar início a um esforço da legenda para que os votos de Marina, como vice, sejam transferidos o mais rapidamente possível para Eduardo Campos; o evento servirá, ainda, para sinalizar aos possíveis financiadores da campanha de que Campos possui todas as condições de levar a disputa presidencial para o segundo turno

SÃO PAULO,SP,28.10.2013:MARINA SILVA/EDUARDO CAMPOS/ENCONTRO - Marina Silva da Rede Sustentabilidade, e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos do Partido Socialista Brasileiro durante coletiva do primeiro encontro programático que tem como objetivo di
SÃO PAULO,SP,28.10.2013:MARINA SILVA/EDUARDO CAMPOS/ENCONTRO - Marina Silva da Rede Sustentabilidade, e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos do Partido Socialista Brasileiro durante coletiva do primeiro encontro programático que tem como objetivo di (Foto: Paulo Emílio)

Pernambuco 247 - O evento de lançamento da chapa presidencial do PSB, nesta segunda-feira (17), em Brasília, tendo o ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, como candidato ao Palácio do Planalto, será um ato de força da ex-senadora e candidata à vice, Marina Silva. A formalização da chapa servirá para dar início a um esforço da legenda para que os votos de Marina sejam transferidos o mais rapidamente possível para Campos.

O lançamento oficial a candidatura socialista servirá, ainda, para acabar de vez com as especulações de que Marina anda pleiteando a candidatura majoritária, além de dar uma sinalização clara aos possíveis financiadores da campanha de que Campos possui todas as condições de levar a disputa presidencial para o segundo turno.

De acordoo com as últimas pesquisas de intenção de voto, caso disputasse  as eleições contra o senador mineiro e presidenciável pelo PSDB, Aécio neves, e contra a presidente e candidata á reeleição Dilma Rousseff (PT), marina teria 27% dos votos válidos, quase o dobro das intenções de voto do correligionário Eduardo Campos. Os dados do instituto Datafolha apontam que a ex-senadora possui uma penetração e um recall junto ao eleitorado bem maior que o ex-governador.

Além de formalizar oficialmente para o eleitor de que ele, Eduardo Campos, é quem é de fato o candidato, o socialista pretende por um fim às especulações em torno de uma inversão da candidatura, na qual Marina seria a candidata à Presidência da República e ele o vice. "Em nenhum momento essa hipótese foi cogitada. Nem pela Rede, nem por nós", disse o secretário-geral do PSB, Carlos Siqueira, ao jornal Folha de São Paulo.

Após o lançamento da candidatura socialista, Campos e Marina iniciarão uma  série de viagens pelo país de maneira a garantir uma maior visibilidade à chapa e para tornar o nome de Campos mais conhecido pelo eleitorado. Até junho, os dois deverão percorrer cerca de 150 cidades em todas as regiões do País. Após este período, porém, as viagens deverão ser feitas separadamente, objetivando alcançar o maior número de cidades que for possível visitar até a realização do pleito de outubro.

Apesar de quererem demonstrar a união entre si, campos e Marina ainda terão que administrar a formação de alianças em pelo menos nove estados brasileiros, incluindo aí os dois maiores colégios eleitorais do País: São Paulo e Minas Gerais.

 

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